- 02 Abr 2022, 20:01
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No filme O menino do pijama listrado é retratado o preconceito religioso dos alemães contra judeus. Ao longo da trama, a narrativa ilustra um problema ainda frequente nos tempos atuais. Fora da ficção, fica claro que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada àquela do século XXVI: O preconceito dos alemães com os judeus e a intolerância religiosa que religiões de matrizes africanas sofrem no Brasil.
Em primeiro lugar, faz-se necessário lembrar que a intolerância religiosa segundo Betty Smith "A intolerância é responsável pela maldade, violência, terror e dores que torturam o mundo". Assim, fica claro que a escritora preveu a situação atual.
Consequentemente religiões de matrizes africanas sofrem ataques em seus locais de atuação, como terreiros de umbanda sendo incendiados por intolerantes religiosos. Dessa maneira, se tornou-se mais frequente os casos de violências verbais e agressões físicas, em todo terriório nacional. Prova disso foi o que ocorreu com uma menina de apenas onze anos: o fanatismo religioso de determinado grupo, levou ao seu apedrejamento após sair de um terreiro de Candomblé, no Rio de Janeiro.
Portanto, é preciso que o Estado em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, garanta a liberdade de escolha como forma indispensável no regime democrático para amenizar o quadro atual, por meio de debates e palestras em escolas, que tratem da pluralidade cultural e religiosa existente em nosso país. Somente assim inspirados pelos ideais de liberdade e igualdade propagados será possível resolver o problema do preconceito religioso no Brasil.
Em primeiro lugar, faz-se necessário lembrar que a intolerância religiosa segundo Betty Smith "A intolerância é responsável pela maldade, violência, terror e dores que torturam o mundo". Assim, fica claro que a escritora preveu a situação atual.
Consequentemente religiões de matrizes africanas sofrem ataques em seus locais de atuação, como terreiros de umbanda sendo incendiados por intolerantes religiosos. Dessa maneira, se tornou-se mais frequente os casos de violências verbais e agressões físicas, em todo terriório nacional. Prova disso foi o que ocorreu com uma menina de apenas onze anos: o fanatismo religioso de determinado grupo, levou ao seu apedrejamento após sair de um terreiro de Candomblé, no Rio de Janeiro.
Portanto, é preciso que o Estado em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, garanta a liberdade de escolha como forma indispensável no regime democrático para amenizar o quadro atual, por meio de debates e palestras em escolas, que tratem da pluralidade cultural e religiosa existente em nosso país. Somente assim inspirados pelos ideais de liberdade e igualdade propagados será possível resolver o problema do preconceito religioso no Brasil.