- 20 Abr 2022, 17:57
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O conflito marcante entre gerações tem desgastado a relação entre pessoas mais jovens e pessoas mais velhas, não somente no âmbito familiar mas também no profissional. E ainda que o senso comum veja tal desgaste como algo normal, pelo fato desse impacto sempre ter existido entre gerações, a indiferença com tal desafio pode acarretar em sérias consequências, já que é um problema que precisa ser debatido com empatia, visando encontrar soluções flexíveis e inteligentes.
É inevitável que a convivência entre muitas pessoas que possuem uma significativa diferença de idade entre si, gere divergência ideológica, intolerância e até mesmo uma alta carga de stress, já que o choque entre diferentes vivências e visões de mundo reflete diretamente no comportamento dessas pessoas. De modo que pessoas mais velhas, por terem se adaptado ao mundo, mediante muitas vezes a uma cultura diferente da atual, e tendo as mesmas absolvido ideais e valores mais conservadores, podem se sentir constrangidas ou ameaçadas por novas ideias e costumes assumidos pelos mais jovens. Assim como os últimos podem se irritar ao se sentirem obrigados a se adaptarem a um padrão que julgam ultrapassado ou inadequado. Diante dessa problemática, há que se recorrer a uma solução pacífica que vise através da educação conscientizar a população, em toda a sua faixa etária, da necessidade de cultivar o respeito e a empatia pelo próximo. O governo pode viabilizar ações educativas/publicitárias junto às escolas, comunidades e empresas, com o intuito de conscientizar pessoas mais velhas e mais jovens da importância de exercerem suas individualidades com tolerância às diferenças de idade entre aqueles que as cercam. Portanto, é de extrema importância que medidas educativas sejam tomadas, visando a conscientização de crianças, jovens e de pessoas mais velhas. Para que além das diferenças culturais e ideológicas que as afetam, as mesmas desenvolvam o senso de respeito e de empatia pelo próximo (seja para com os mais jovens ou para com os mais velhos), e assim possam conviver com mais produtividade e harmonia.
É inevitável que a convivência entre muitas pessoas que possuem uma significativa diferença de idade entre si, gere divergência ideológica, intolerância e até mesmo uma alta carga de stress, já que o choque entre diferentes vivências e visões de mundo reflete diretamente no comportamento dessas pessoas. De modo que pessoas mais velhas, por terem se adaptado ao mundo, mediante muitas vezes a uma cultura diferente da atual, e tendo as mesmas absolvido ideais e valores mais conservadores, podem se sentir constrangidas ou ameaçadas por novas ideias e costumes assumidos pelos mais jovens. Assim como os últimos podem se irritar ao se sentirem obrigados a se adaptarem a um padrão que julgam ultrapassado ou inadequado. Diante dessa problemática, há que se recorrer a uma solução pacífica que vise através da educação conscientizar a população, em toda a sua faixa etária, da necessidade de cultivar o respeito e a empatia pelo próximo. O governo pode viabilizar ações educativas/publicitárias junto às escolas, comunidades e empresas, com o intuito de conscientizar pessoas mais velhas e mais jovens da importância de exercerem suas individualidades com tolerância às diferenças de idade entre aqueles que as cercam. Portanto, é de extrema importância que medidas educativas sejam tomadas, visando a conscientização de crianças, jovens e de pessoas mais velhas. Para que além das diferenças culturais e ideológicas que as afetam, as mesmas desenvolvam o senso de respeito e de empatia pelo próximo (seja para com os mais jovens ou para com os mais velhos), e assim possam conviver com mais produtividade e harmonia.