- 05 Mai 2022, 22:08
#91503
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU, assegurar a todos os indivíduos o direito ao trabalho e ao bem-estar social, de maneira análoga a isso, o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde não se faz coerente com o que é citado na Declaração. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: o machismo ainda existente na sociedade e a falta de reconhecimento de mulheres importantes.
Em primeira análise, evidencia-se o machismo presente na sociedade. Sob essa ótica, vale destacar a afirmação, do educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire, "A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.", fica evidente então que não há essa inclusão entre homens e mulheres em áreas da saúde e em qualquer outra área. Dessa forma, ocorre uma barreira que separa esses dois gêneros e que se faz presente em toda parte, principalmente, no meio profissional.
Além disso, é notório a falta de reconhecimento de mulheres importantes. Desse modo, o filósofo e sociólogo alemão, Jurgen Habermas, afirma que "A linguagem é uma verdadeira forma de ação.", diz respeito aos problemas que o silenciamemto causa e como a voz é o reconhecimento faz diferença para todos. Consoante a isso, muitas mulheres que foram ou são importantes para a sociedade acabam sendo escondidas ou simplesmente não faladas, não tendo o reconhecimento merecido.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde. Dessa maneira, cabe ao Governo em conjunto os representantes das unidades federativas, fazer com que a sociedade se conscientize a respeito desse machismo e o mérito que as mulheres merecem, por meio de campanhas, palestras, trabalhos sociais, a fim de melhorar o reconhecimento desse gênero na área profissional. Somente assim, será possível que o que é afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos seja seguido.
Em primeira análise, evidencia-se o machismo presente na sociedade. Sob essa ótica, vale destacar a afirmação, do educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire, "A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.", fica evidente então que não há essa inclusão entre homens e mulheres em áreas da saúde e em qualquer outra área. Dessa forma, ocorre uma barreira que separa esses dois gêneros e que se faz presente em toda parte, principalmente, no meio profissional.
Além disso, é notório a falta de reconhecimento de mulheres importantes. Desse modo, o filósofo e sociólogo alemão, Jurgen Habermas, afirma que "A linguagem é uma verdadeira forma de ação.", diz respeito aos problemas que o silenciamemto causa e como a voz é o reconhecimento faz diferença para todos. Consoante a isso, muitas mulheres que foram ou são importantes para a sociedade acabam sendo escondidas ou simplesmente não faladas, não tendo o reconhecimento merecido.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde. Dessa maneira, cabe ao Governo em conjunto os representantes das unidades federativas, fazer com que a sociedade se conscientize a respeito desse machismo e o mérito que as mulheres merecem, por meio de campanhas, palestras, trabalhos sociais, a fim de melhorar o reconhecimento desse gênero na área profissional. Somente assim, será possível que o que é afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos seja seguido.