- 28 Mai 2022, 03:24
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Durante a Segunda Guerra Mundial, a emblemática rainha Elizabeth II serviu como enfermeira de combate. Aliado a sua posição real, tal ação gera muita admiração à monarca. Assim como a rainha inglesa, mihares de mulheres no Brasil contribuem para as ciências da saúde e merecem reconhecimento. Contudo, é inegável a pouca visibilidade direcionada as profissionais da saúde. Destacam-se entre os fomentadores ao impasse o preconceito social e a depreciação da figura feminina no trabalho.
Nesse contexto, a misoginia instiga fortemente a problemática. Sob essa perspectiva, observa-se desde o princípio a posição secundária do sexo feminino em todos os âmbitos. Na Grécia Antiga, por exemplo, ser mãe e ter herdeiros era a única função social feminina. Embasado no passado, o meio social utilizou desses fatos históricos para subjugar as mulheres, e isso deve ser discutido e mudado pois gera muitas perdas ao meio científico.
Além disso, a desvalorização feminina no ambiente laboral impulsiona o óbice. O Estereótipo de sexo frágil induz a ideia de incapacidade de realizar afazeres mais complexos. Entretanto, a Universidade Federal de Juiz de Fora apontou que 70% da linha de frente no combate ao surto de covid-19 eram de mulheres. É válido mencionar também que aliado a discriminação, o assédio também é uma realidade, isto posto, inúmeras profissionais procuram emprego em outros países, causando a fuga de cérebros, extremamente prejudicial a Nação.
Portanto, o Governo Federal deve oferecer capital para pesquisadoras e estudantes da area das ciências da saúde, por meio de bolsas e financiamento, a fim de facilitar a formação dessas profissões, e reparar os preconceitos sofridos. Em consonância ao estado, ao Ministério do Trabalho cabe a criação de novos empregos para alocar essas profissões para auxiliar suas entradas ao mercado profissional. Espera-se com isso, que mulheres grandiosas, como elizabeth, também sejam mais reconhecidas e valorizadas.
Nesse contexto, a misoginia instiga fortemente a problemática. Sob essa perspectiva, observa-se desde o princípio a posição secundária do sexo feminino em todos os âmbitos. Na Grécia Antiga, por exemplo, ser mãe e ter herdeiros era a única função social feminina. Embasado no passado, o meio social utilizou desses fatos históricos para subjugar as mulheres, e isso deve ser discutido e mudado pois gera muitas perdas ao meio científico.
Além disso, a desvalorização feminina no ambiente laboral impulsiona o óbice. O Estereótipo de sexo frágil induz a ideia de incapacidade de realizar afazeres mais complexos. Entretanto, a Universidade Federal de Juiz de Fora apontou que 70% da linha de frente no combate ao surto de covid-19 eram de mulheres. É válido mencionar também que aliado a discriminação, o assédio também é uma realidade, isto posto, inúmeras profissionais procuram emprego em outros países, causando a fuga de cérebros, extremamente prejudicial a Nação.
Portanto, o Governo Federal deve oferecer capital para pesquisadoras e estudantes da area das ciências da saúde, por meio de bolsas e financiamento, a fim de facilitar a formação dessas profissões, e reparar os preconceitos sofridos. Em consonância ao estado, ao Ministério do Trabalho cabe a criação de novos empregos para alocar essas profissões para auxiliar suas entradas ao mercado profissional. Espera-se com isso, que mulheres grandiosas, como elizabeth, também sejam mais reconhecidas e valorizadas.