- 04 Jun 2022, 17:25
#93365
Inegavelmente, a intolerância religiosa foi implantada no Brasil desde o período de colonização. Nesse ínterim, as doutrinas africanas atualmente nos Estados brasileiros são as que mais sofrem violência. Mesmo após a criação da lei que prevê proteção a toda prática de manifestação independente da divindade. São fatores importantes para tão fato, não apenas a discriminação racial, bem como a ignorância.
Quando os escravos foram sequestrados da África e trazidos para cá, ficaram proibidos de perpetuarem cultos a deuses da sua cultura. Hoje, pesquisas feitas pelo IBGE e alguns outros levantamentos mostram que religiões de matrizes africanas são as menos praticadas, entretanto são as que mais sofrem marginalização. É fato que o racismo contra pessoas negras – maioria dentro das religiões afrodescendentes – perpetuado durante os séculos é o principal causador desse problema.
Além disso, outro mal do ser humano é a falta de conhecimento. Como Luther King disse uma vez “nada no mundo é mais perigoso que a ignorância”. Tal capacidade já gerou diversos atos de violências, como a destruição de terreiros das religiões africanas noticiados em alguns jornais. O julgamento antecipado influenciado muitas vezes por líderes religiosos de outras capacitações, a sociedade euro-centrada, acompanhada das ideias de brutalidade já enraizada na nossa cultura influenciam para tais atos.
Portanto a lei contra intolerância não é suficiente para acabar com esses problemas que está empregado no nosso Brasil. É necessário a valorização da Cultura Afro-brasileira pelas mídias, escolas e outros meios de disseminação. Além de implantação de ensino básico sobre as religiões africanas para eventualmente impedir a propagação de preconceitos sem fundamentos. Espera-se assim a redução do atos de vandalismo e aceitação social de que vivemos num país laico.
Quando os escravos foram sequestrados da África e trazidos para cá, ficaram proibidos de perpetuarem cultos a deuses da sua cultura. Hoje, pesquisas feitas pelo IBGE e alguns outros levantamentos mostram que religiões de matrizes africanas são as menos praticadas, entretanto são as que mais sofrem marginalização. É fato que o racismo contra pessoas negras – maioria dentro das religiões afrodescendentes – perpetuado durante os séculos é o principal causador desse problema.
Além disso, outro mal do ser humano é a falta de conhecimento. Como Luther King disse uma vez “nada no mundo é mais perigoso que a ignorância”. Tal capacidade já gerou diversos atos de violências, como a destruição de terreiros das religiões africanas noticiados em alguns jornais. O julgamento antecipado influenciado muitas vezes por líderes religiosos de outras capacitações, a sociedade euro-centrada, acompanhada das ideias de brutalidade já enraizada na nossa cultura influenciam para tais atos.
Portanto a lei contra intolerância não é suficiente para acabar com esses problemas que está empregado no nosso Brasil. É necessário a valorização da Cultura Afro-brasileira pelas mídias, escolas e outros meios de disseminação. Além de implantação de ensino básico sobre as religiões africanas para eventualmente impedir a propagação de preconceitos sem fundamentos. Espera-se assim a redução do atos de vandalismo e aceitação social de que vivemos num país laico.