- 06 Jun 2022, 17:41
#93476
O filósofo Platão em sua obra “A República”, narrou o intitulado “Mito da Caverna”, no qual homens, acorrentados em uma caverna, viam somente sombras na parede, acreditando que aquilo era a realidade das coisas. De fato, tal realidade se assemelha à normalização do tecido social em sua interação limitada dentro de sua bolha virtual, prejudicando o compartilhamento de conhecimento nas suas redes sociais. Nesse sentido, deve-se analisar o intelecto mental e má influência midiática, como geradores desse imbróglio.
Em primeiro lugar, é relevante destacar a mentalidade social como influente nessa conjuntura. Nesse contexto, segundo o psicólogo William James, "o ser humano pode mudar sua vida alterando sua atitude mental". Conduto, esse cenário é distorcido, uma vez que a comunidade - geralmente - encontram-se confinados em grupos específicos, no qual são moldados por um algoritmo que seleciona sempre as mesmas preferências. Com isso, o indivíduo é impedido de ter tal conduta intelectual ao escolher o que deve ser mostrado no seu espaço digital. Logo, é inadmissível que o usuário não desfrute de seu papel decisório no meio tecnológico .
Deve-se analisar, ainda, a maléfica influência da mídia como fator predominante nessa chaga. Acerca disso, segundo o sociólogo Pierre Bourdieu, "Aquilo que foi criado para se tornar instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão". Sob essa ótica, é notório o quanto os meios de comunicação - normalmente - usam desse mecanismo opressor ao segregar a coletividade, com o fito de ter um controle virtual amplo sobre o que o cidadão possa ter acesso. Diante disso, a parcela cívica permanece na sua bolha digital corroborando para a manipulação midiática. Assim, urge que a mídia leve em conta os interesses de cada um.
Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa problemática. Para isso, o Núcleo Midiático deve adaptar o seu modelo de conteúdos disseminados nos perfis dos usuários, por meio de ouvidorias do próprio sujeito, a fim de que esse cidadão se sinta participativo na sua rede social. Essa ação pode se intensificar, ainda, com o apoio do MEC, em criar podcasts sobre a bolha virtual, com o intuito de que esse indivíduo tenha controle do seu próprio perfil digital. Espera-se que, com essa medida, possa sair dessa “caverna” e usufruir de um ambiente tecnológico menos manipulável .
Em primeiro lugar, é relevante destacar a mentalidade social como influente nessa conjuntura. Nesse contexto, segundo o psicólogo William James, "o ser humano pode mudar sua vida alterando sua atitude mental". Conduto, esse cenário é distorcido, uma vez que a comunidade - geralmente - encontram-se confinados em grupos específicos, no qual são moldados por um algoritmo que seleciona sempre as mesmas preferências. Com isso, o indivíduo é impedido de ter tal conduta intelectual ao escolher o que deve ser mostrado no seu espaço digital. Logo, é inadmissível que o usuário não desfrute de seu papel decisório no meio tecnológico .
Deve-se analisar, ainda, a maléfica influência da mídia como fator predominante nessa chaga. Acerca disso, segundo o sociólogo Pierre Bourdieu, "Aquilo que foi criado para se tornar instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão". Sob essa ótica, é notório o quanto os meios de comunicação - normalmente - usam desse mecanismo opressor ao segregar a coletividade, com o fito de ter um controle virtual amplo sobre o que o cidadão possa ter acesso. Diante disso, a parcela cívica permanece na sua bolha digital corroborando para a manipulação midiática. Assim, urge que a mídia leve em conta os interesses de cada um.
Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa problemática. Para isso, o Núcleo Midiático deve adaptar o seu modelo de conteúdos disseminados nos perfis dos usuários, por meio de ouvidorias do próprio sujeito, a fim de que esse cidadão se sinta participativo na sua rede social. Essa ação pode se intensificar, ainda, com o apoio do MEC, em criar podcasts sobre a bolha virtual, com o intuito de que esse indivíduo tenha controle do seu próprio perfil digital. Espera-se que, com essa medida, possa sair dessa “caverna” e usufruir de um ambiente tecnológico menos manipulável .
Aceite os erros como descobertas e use eles para avançar!