- 12 Jun 2022, 22:21
#93806
Segundo o filósofo prussiano Immanuel Kant “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Nesse sentido, é compreensível afirmar que a precariedade do ensino no país, decorrente da ineficiente administração do governo federal perante seus recursos, é agravada pela pandemia do covid-19, ameaça a formação básica e superior de milhares de jovens brasileiros e, consequentemente, a entrada dos mesmos no mercado de trabalho.
Nessa perspectiva, a assertividade e a fama do estudo como principal meio para a entrada no mercado laboral, que se mostra quase impossível sem ao menos o concluinte do ensino médio, acarreta uma grande necessidade do governo de se comprometer com o futuro acadêmico dos menores que foram prejudicados pela quarentena, resultado da pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo, que interrompeu as atividades escolares de mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes no ano de 2020, segundo o IBGE.
Em conjunto com os dados acima, mais de 65% dos brasileiros desempregados não possuem ensino superior e 20% somam as pessoas que não conseguem emprego por falta do ensino médio completo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Tendo em vista os dados apontados, quanto menor a escolaridade, maiores são as dificuldades para a empregabilidade. Exemplificando, o humorista e ex-YouTube Whindersson Nunes alega em vídeos que se tornou bem sucedido graças à internet, já que não teve a oportunidade de ingressar na universidade devido à questões financeiras.
Diante disso, cabe ao ministério da cidadania - que assegura os direitos básicos dos cidadãos, entre eles, a educação - em conjunto ao da educação - que garante o direito à escolaridade - e ao da saúde, por meio de verbas governamentais, criar políticas públicas a fim de assegurar o acesso dos estudantes à atividades escolares por meio digital ou presencial - com os cuidados à saúde necessários -, para assim garantir a conclusão do ciclo estudantil dos mesmos e, por sua vez, assentir que se tornarão “alguém” na vida, em concordância com a frase do filósofo Kant.
Obrigada @Higorvaz por postar sua redação, me ajudou bastante à fazer a minha. Obrigada a todos que opinarem e meu texto
. Logo mais posto outra.
Nessa perspectiva, a assertividade e a fama do estudo como principal meio para a entrada no mercado laboral, que se mostra quase impossível sem ao menos o concluinte do ensino médio, acarreta uma grande necessidade do governo de se comprometer com o futuro acadêmico dos menores que foram prejudicados pela quarentena, resultado da pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo, que interrompeu as atividades escolares de mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes no ano de 2020, segundo o IBGE.
Em conjunto com os dados acima, mais de 65% dos brasileiros desempregados não possuem ensino superior e 20% somam as pessoas que não conseguem emprego por falta do ensino médio completo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Tendo em vista os dados apontados, quanto menor a escolaridade, maiores são as dificuldades para a empregabilidade. Exemplificando, o humorista e ex-YouTube Whindersson Nunes alega em vídeos que se tornou bem sucedido graças à internet, já que não teve a oportunidade de ingressar na universidade devido à questões financeiras.
Diante disso, cabe ao ministério da cidadania - que assegura os direitos básicos dos cidadãos, entre eles, a educação - em conjunto ao da educação - que garante o direito à escolaridade - e ao da saúde, por meio de verbas governamentais, criar políticas públicas a fim de assegurar o acesso dos estudantes à atividades escolares por meio digital ou presencial - com os cuidados à saúde necessários -, para assim garantir a conclusão do ciclo estudantil dos mesmos e, por sua vez, assentir que se tornarão “alguém” na vida, em concordância com a frase do filósofo Kant.
Obrigada @Higorvaz por postar sua redação, me ajudou bastante à fazer a minha. Obrigada a todos que opinarem e meu texto
- 12 Jun 2022, 22:38
#93808
Segundo o filósofo prussiano Immanuel Kant “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Nesse sentido, é compreensível afirmar que a precariedade do ensino no país, decorrente da ineficiente administração do governo federal perante seus recursos, é agravada pela pandemia do covid-19, ameaça a formação básica e superior de milhares de jovens brasileiros e, consequentemente, a entrada dos mesmos no mercado de trabalho.
Nessa perspectiva, a assertividade e a fama do estudo como principal meio para a entrada no mercado laboral, que se mostra quase impossível sem ao menos o concluinte do ensino médio, acarreta uma grande necessidade do governo de se comprometer com o futuro acadêmico dos menores que foram prejudicados pela quarentena, resultado da pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo, que interrompeu as atividades escolares de mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes no ano de 2020, segundo o IBGE.
Em conjunto com os dados acima, mais de 65% dos brasileiros desempregados não possuem ensino superior e 20% somam as pessoas que não conseguem emprego por falta do ensino médio completo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Tendo em vista os dados apontados, quanto menor a escolaridade, maiores são as dificuldades para a empregabilidade. Exemplificando, o humorista e ex-YouTube Whindersson Nunes alega em vídeos que se tornou bem sucedido graças à internet, já que não teve a oportunidade de ingressar na universidade devido à questões financeiras.
Diante disso, cabe ao ministério da cidadania - que assegura os direitos básicos dos cidadãos, entre eles, a educação - em conjunto ao da educação - que garante o direito à escolaridade - e ao da saúde, por meio de verbas governamentais, criar políticas públicas a fim de assegurar o acesso dos estudantes à atividades escolares por meio digital ou presencial - com os cuidados à saúde necessários -, para assim garantir a conclusão do ciclo estudantil dos mesmos e, por sua vez, assentir que se tornarão “alguém” na vida, em concordância com a frase do filósofo Kant.
Nessa perspectiva, a assertividade e a fama do estudo como principal meio para a entrada no mercado laboral, que se mostra quase impossível sem ao menos o concluinte do ensino médio, acarreta uma grande necessidade do governo de se comprometer com o futuro acadêmico dos menores que foram prejudicados pela quarentena, resultado da pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo, que interrompeu as atividades escolares de mais de 5,5 milhões de crianças e adolescentes no ano de 2020, segundo o IBGE.
Em conjunto com os dados acima, mais de 65% dos brasileiros desempregados não possuem ensino superior e 20% somam as pessoas que não conseguem emprego por falta do ensino médio completo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Tendo em vista os dados apontados, quanto menor a escolaridade, maiores são as dificuldades para a empregabilidade. Exemplificando, o humorista e ex-YouTube Whindersson Nunes alega em vídeos que se tornou bem sucedido graças à internet, já que não teve a oportunidade de ingressar na universidade devido à questões financeiras.
Diante disso, cabe ao ministério da cidadania - que assegura os direitos básicos dos cidadãos, entre eles, a educação - em conjunto ao da educação - que garante o direito à escolaridade - e ao da saúde, por meio de verbas governamentais, criar políticas públicas a fim de assegurar o acesso dos estudantes à atividades escolares por meio digital ou presencial - com os cuidados à saúde necessários -, para assim garantir a conclusão do ciclo estudantil dos mesmos e, por sua vez, assentir que se tornarão “alguém” na vida, em concordância com a frase do filósofo Kant.