- 14 Jun 2022, 20:13
#93908
Na produção coreana "O mar da tranquilidade" , retrata um futuro distópico onde o planeta sofre com a falta de água e alimento causado pela desertificação. Com isso uma equipe é selecionada para ir até a Lua recuperar algo que renovará a esperança da humanidade. No entanto, tal exploração irá causar terror e pânico para essa equipe.
Diante disso, o atual contexto reflete essa análise do k-drama uma vez que a escassez de água potável certamente pode nos levar a um futuro tão obscuro como da série. Essa realidade se deve principalmente a inoperança estatal e a falta de debates acerca da problemática.
A princípio, é importante mencionar a inoperância do Estado como fator determinante para a permanência dessa questão no país. Sob esse viés, segundo o contrato social proferido pelo filósofo John Locke, cabe ao Estado fornecer medidas que garantem o bem-estar social, entretanto essa não é a realidade.
Desse modo, a negligência se configura como uma falha grotesca da função do Estado com o contrato Lockeano. Logo, é essencial que o contrato social seja cumprido a partir de medidas governamentais.
Ademais, convém ressaltar que o problema é pouco debatido. De acordo com o economista e professor brasileiro Roberto Campos "mais importante que as riquezas naturais são as riquezas artificiais da educação e tecnologia". Nesse sentido é de extrema importância que a sociedade busca e se informar e debater a respeito do tema. Dessa maneira é visível que a ignorância humana em não expor problema em sociedade compromete a resolução de tais problemas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a situação. Para isso, o governo federal em parceria do ministério da educação, deve promover palestras nas escolas a respeito do desperdício de água. Ademais, é dever da OMS, juntamente com as distribuidoras de água do país, distribuir de maneira igual a água potável, a fim de que todos possam usufruir desse recurso primordial.
Diante disso, o atual contexto reflete essa análise do k-drama uma vez que a escassez de água potável certamente pode nos levar a um futuro tão obscuro como da série. Essa realidade se deve principalmente a inoperança estatal e a falta de debates acerca da problemática.
A princípio, é importante mencionar a inoperância do Estado como fator determinante para a permanência dessa questão no país. Sob esse viés, segundo o contrato social proferido pelo filósofo John Locke, cabe ao Estado fornecer medidas que garantem o bem-estar social, entretanto essa não é a realidade.
Desse modo, a negligência se configura como uma falha grotesca da função do Estado com o contrato Lockeano. Logo, é essencial que o contrato social seja cumprido a partir de medidas governamentais.
Ademais, convém ressaltar que o problema é pouco debatido. De acordo com o economista e professor brasileiro Roberto Campos "mais importante que as riquezas naturais são as riquezas artificiais da educação e tecnologia". Nesse sentido é de extrema importância que a sociedade busca e se informar e debater a respeito do tema. Dessa maneira é visível que a ignorância humana em não expor problema em sociedade compromete a resolução de tais problemas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a situação. Para isso, o governo federal em parceria do ministério da educação, deve promover palestras nas escolas a respeito do desperdício de água. Ademais, é dever da OMS, juntamente com as distribuidoras de água do país, distribuir de maneira igual a água potável, a fim de que todos possam usufruir desse recurso primordial.