- 02 Jul 2022, 15:14
#94829
O movimento imigratório para o Brasil no século XXI emergiu a partir do início do século, devido às crises econômicas em países sul-americanos e catástrofes naturais, como ocorreu no Haiti em 2010, por exemplo. Sendo assim, o Brasil acaba sendo — até hoje — um potencial econômico e um país cotado para esses imigrantes recomeçarem sua vida.
Para além do prejuízo que fora deixado, estes ainda sofrem com a barreira do idioma, a entrada ilegal, problemas com documentação, a falta de apoio por parte de ONG's (Organização Não Governamental) e do próprio Estado e as péssimas condições de trabalho que precisam se submeter.
Diversas indústrias têxteis, principalmente, que agem de forma clandestina, são as maiores responsáveis pela exploração da força de trabalho, sobretudo, boliviana-peruana. Como citado anteriormente, pela forma como estes imigrantes (que inclusive podem ser refugiados) entram em nosso território e por problemas derivados da ilegalidade dessa imigração, muitas vezes não podem recorrer ao apoio governamental. Por conseguinte, ficam a mercê desses exploradores.
Desse modo, cabe às organizações administrativas estaduais e federais: a fiscalização e regulamentação da chegada dessas pessoas, das indústrias que empregam estes imigrantes; a desburocratização da documentação; bem como outros meios de acesso a emprego e educação, através de cursos de idiomas e qualificação profissional, intermediados pelo Ministério da Educação e da Economia; salvo o exercício de empatia para com eles e a situação em que se encontram, através de um ensino mais inclusivo.
Para além do prejuízo que fora deixado, estes ainda sofrem com a barreira do idioma, a entrada ilegal, problemas com documentação, a falta de apoio por parte de ONG's (Organização Não Governamental) e do próprio Estado e as péssimas condições de trabalho que precisam se submeter.
Diversas indústrias têxteis, principalmente, que agem de forma clandestina, são as maiores responsáveis pela exploração da força de trabalho, sobretudo, boliviana-peruana. Como citado anteriormente, pela forma como estes imigrantes (que inclusive podem ser refugiados) entram em nosso território e por problemas derivados da ilegalidade dessa imigração, muitas vezes não podem recorrer ao apoio governamental. Por conseguinte, ficam a mercê desses exploradores.
Desse modo, cabe às organizações administrativas estaduais e federais: a fiscalização e regulamentação da chegada dessas pessoas, das indústrias que empregam estes imigrantes; a desburocratização da documentação; bem como outros meios de acesso a emprego e educação, através de cursos de idiomas e qualificação profissional, intermediados pelo Ministério da Educação e da Economia; salvo o exercício de empatia para com eles e a situação em que se encontram, através de um ensino mais inclusivo.