- 04 Jul 2022, 15:33
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Embora a constituição de 1988 garanta na teoria o direito à educação e cidadania para os brasileiros, a prática está distante disso, a realidade que vemos nas ruas e escolas nos faz questionar qual o papel do governo na promoção da cultura no Brasil. Contudo, para chegar em uma conclusão é preciso analisar as leis que não funcionam na prática e as instituições que não cumprem o seu papel.
Em seu livro "O Cidadão de Papel" o jornalista e escritor brasileiro Gilberto Dimenstein critica as leis do Brasil, a qual existe uma boa elaboração, mas carece de efetividade na prática, tendo em vista que, mesmo que o Governo garanta o acesso a cultura para todos, isso não acontece em sua totalidade,a exemplo de localidades carentes e remotos que o Poder Público não consegue ser efetivo em assegurar esse direito, e com o orçamento reduzido tem cada vez menos alcance, não conseguindo suprir as demandas sociais.
Ademais, é preciso que as instituições cumpram o seu papel na sociedade, nesse sentido, o sociólogo Polonês Zygmund Bauman criou a expressão "Instituições Zumbis", para definir corporações que mantém sua forma, mas não cumpre sua função social, deixando desamparado os indivíduos que não têm acesso a consumir cultura. Sob esse viés, é preciso que o Governo tome a frente e não se exima de sua responsabilidade de mediador do bem-estar social e consiga entregar cultura e cidadania para todos os brasileiros.
Infere-se, portanto, a necessidade de combater a problemática, assim o Governo pode cumprir seu papel na promoção da cultura no Brasil. Sob essa óptica, o Poder Público deve realizar campanhas e programas de desenvolvimento cultural, por meio de escolas e ONGs com ajuda das mídias sociais como Facebook e Instagram, tal finalidade tem o intuito de levar cidadania e lazer para todo cidadão brasileiro, destoando assim, dá obra do Dimenstein.
Em seu livro "O Cidadão de Papel" o jornalista e escritor brasileiro Gilberto Dimenstein critica as leis do Brasil, a qual existe uma boa elaboração, mas carece de efetividade na prática, tendo em vista que, mesmo que o Governo garanta o acesso a cultura para todos, isso não acontece em sua totalidade,a exemplo de localidades carentes e remotos que o Poder Público não consegue ser efetivo em assegurar esse direito, e com o orçamento reduzido tem cada vez menos alcance, não conseguindo suprir as demandas sociais.
Ademais, é preciso que as instituições cumpram o seu papel na sociedade, nesse sentido, o sociólogo Polonês Zygmund Bauman criou a expressão "Instituições Zumbis", para definir corporações que mantém sua forma, mas não cumpre sua função social, deixando desamparado os indivíduos que não têm acesso a consumir cultura. Sob esse viés, é preciso que o Governo tome a frente e não se exima de sua responsabilidade de mediador do bem-estar social e consiga entregar cultura e cidadania para todos os brasileiros.
Infere-se, portanto, a necessidade de combater a problemática, assim o Governo pode cumprir seu papel na promoção da cultura no Brasil. Sob essa óptica, o Poder Público deve realizar campanhas e programas de desenvolvimento cultural, por meio de escolas e ONGs com ajuda das mídias sociais como Facebook e Instagram, tal finalidade tem o intuito de levar cidadania e lazer para todo cidadão brasileiro, destoando assim, dá obra do Dimenstein.