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Por LivraniaKa
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Adriana Melo, médica e pesquisadora Paraibana, ajudou a descobrir o Zika vírus em 2015, e sua relação com a síndrome congênita microcefalia. Sua descoberta obteve resultados excelentes, hoje ela tem uma ONG, onde oferece tratamento para as crianças que sofrem com a doença, ajudando na luta pelos direitos das vítimas. Mesmo com tal reconhecimento de seu trabalho, ela ressalta a ausência de representatividade feminina no âmbito científico brasileiro e também a falta de interesse de investimento em pesquisas requerentes as doenças que atingem principalmente, a comunidade mais pobre do país.
Diante disto, a insuficiência de discernimento das mulheres no círculo científico da saúde, tem ligação com o modelo sociocultural construído pelo homem. Isso acontece porque na sociedade brasileira, ainda que observado, tende-se a se inclinar para um pensamento monopolizado de supremacia masculina com viés ao saudosismo. Observa-se a tendência histórica no qual a mulher foi absolutamente reprimida e submissa ao homem ao passar dos séculos, tendo em vista a partir do século XIX, o crescimento de figuras femininas no desenvolvimento de pesquisas no domínio científico e o extenso desfavorecimento de tal quando comparada com a dos homens. Nota-se necessária uma reformulação dos critérios conservacionistas das mulheres na contemporaneidade.
Além disso, o descaso do país quanto a saúde pública sobre cai cada dia mais. Isso vem sido explicitamente visto, “em 30 anos o Sistema Único de Saúde (SUS) nunca foi tão desafiado como em 2020”, onde a pandemia do Covid-19 se instaurou e com ele as dificuldades vieram, como consequência de atitudes anteriores no corte orçamentário da saúde, que vem sendo aplicada desde 2014, tendo uma piora drástica no governo atual. Junto com isso, se aproxima a falta de verba e interesse internacinal em investir em pesquisas para descobertas de meios de lidar, não só com a Covid que assola a sociedade atualmente, mas principalmente, com doenças como Variola, Sarampo e Poliomelite, que são as que atingem em sua maioria a comunidade pobre.
Portanto, e necessário uma reavaliação do Governo Federal, quanto a redistribuição do orçamento ao Ministério da Saúde e o Ministério da Educação visando uma nova estrutura que possa ser possível o avanço científico e educacional, dando mais oportunidades de se criar diversas “Adriana Melo’s” , visando o desenvolvimento da saúde pública no país.
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Por madugalvao
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#95650
Olá, então eu não sou a melhor nisso, mas o erro mais percebivel foi o D2, que fugiu do tema que fala sobre mulheres na saúde, não mencionou a mulher.
Corrige a minha, por favor?
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