Por sweetielizz
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É inegável que avanços por mulheres nos campos de genética, fisiologia e farmacologia foram de extrema importância para um maior entendimento sobre o corpo humano, tal como os estudos sobre microorganismos que permitiram o desenvolvimento de terapias contra doenças infecciosas. Em contraste a isso, hoje as mulheres na ciência enfrentam desafios e preconceitos em toda sociedade.
Em primeiro plano, vale ressaltar o cenário criado pela sociedade sexista em que não existe espaço para a mulher nas áreas de pesquisa científica. Isso se torna evidente conforme os dados do Poli USP que deixa explícito uma participação feminina na área de pesquisa de apenas 13,5% isso acontece devido à falta de incentivo e reconhecimento no caminho entre a graduação e o doutorado. Constata-se que muitas desistem após não encontrarem alocação em um mercado de trabalho extremamente preconceituoso com relação à presença feminina em cargos de maior importância.
Ademais, os desafios enfrentados pelas mulheres têm componentes sociais e culturais além da exclusão de posições de poder e prestígios, á medida que distribuem esses mesmos cargos para homens. Adicionalmente, com as jornadas excessivas da vida acadêmica e com o cuidado reprodutivo, culturalmente atribuído à mulher. Da mesma maneira que a administração do lar, crianças e idosos ainda são responsabilidades da figura feminina. A mentalidade machista no meio científico também abre espaço ocorrer assédio sexual e moral, contribuindo para o afastamento de mulheres com grande capacidade de construir uma carreira de sucesso na ciência. Por consequência, a presença de homens em função de cargos de pesquisadores se torna maior, já que uma vez instalados no respectivo cargo, os homens possuem uma maior publicação de artigos, aumentando sua visibilidade.
Dessa maneira, precisamos estimular o interesse e participação de meninas nas áreas da ciência. A escola deve se juntar com as Mídias sociais para promover palestras, anúncios e campanhas com o ideal da não existência de carreiras apenas para um único gênero, qualquer pessoa deve fazer aquilo que tem interesse. O Governo Federal deve criar leis que combatam e punam severamente a misoginia e o machismo, usando verba para custear o projeto de lei, e as lojas devem acabar com a divisão por sexo de brinquedos, assim deixando brinquedos que estimulam a curiosidade para ambas as partes.
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