- 10 Set 2022, 18:30
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Alienação nas redes sociais
A “Teologia do Traste” vista no exemplar de Manoel de Barros, é caracterizada pela valorização às situações esquecidas e ignoradas na sociedade. Fora da obra, ao observar o tema “Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais”, nota-se que esse princípio não é efetivado, o que potencializa a permanência dessa realidade. Nesse sentido, a fim de atenuar os males da problemática, é necessário analisar os vícios predominantes, capazes de tornar a geração prisioneira e, consequentemente, refém a tecnologia.
De início, é fato que esse vício na sociedade está relacionado à persistência do impasse, na medida em que as pessoas deixam de fazer seus afazeres para ficar fissurados pelas redes sociais, sendo cada vez mais atraídos por determinados conteúdos e anúncios de seu gosto, incapazes de fazer o usuário se desprender. Sob esse prisma, conforme o conceito de “Mortificação do Eu”, do sociólogo Erving Goffman, é possível entender o que ocorre na sociedade que induz o indivíduo a ter um comportamento alienado. Tal preceito afirma que, por influência de fatores coercitivos, o cidadão perde seu pensamento individual e se junta a uma massa coletiva. Desse modo, dentro do contexto do problema agravados pelas redes sociais, percebe-se que o sujeito, sem perceber, é induzido a estereotipar essa realidade como um caso frequente e normal.
Por conseguinte, esse vício é tão grave ao ponto de pessoas serem influenciadas a postar tudo em seu cotidiano, sem ao menos ter uma identificação própria e ser altamente obcecado pela busca de uma aprovação, como mostra no episódio “Nosedive” da série black mirror, sendo assim, nota-se que o maior obstáculo das pessoas já presas neste meio, é se desconectar desse mundo virtual e se alinhar com o mundo real. Nesse raciocínio entende-se que, ao analisar a permanência do determinismo e do efeito bolha, o ser humano inclina essa “atitude”, tornando-se passivo e inerte com a problemática.
Portanto, é fundamental que busquem em se conscientizar por meio de palestras e que essa alienação por redes sociais seja combatido. Destarte o usuário que deve manusear o seu tempo e o seu auto-controle, para que ao longo do tempo, diminua os vícios e foque em uma boa qualidade de vida. Feito isso, adotando a “Teologia” de Manoel Barros, felizmente, poderá ser alcançada.
A “Teologia do Traste” vista no exemplar de Manoel de Barros, é caracterizada pela valorização às situações esquecidas e ignoradas na sociedade. Fora da obra, ao observar o tema “Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais”, nota-se que esse princípio não é efetivado, o que potencializa a permanência dessa realidade. Nesse sentido, a fim de atenuar os males da problemática, é necessário analisar os vícios predominantes, capazes de tornar a geração prisioneira e, consequentemente, refém a tecnologia.
De início, é fato que esse vício na sociedade está relacionado à persistência do impasse, na medida em que as pessoas deixam de fazer seus afazeres para ficar fissurados pelas redes sociais, sendo cada vez mais atraídos por determinados conteúdos e anúncios de seu gosto, incapazes de fazer o usuário se desprender. Sob esse prisma, conforme o conceito de “Mortificação do Eu”, do sociólogo Erving Goffman, é possível entender o que ocorre na sociedade que induz o indivíduo a ter um comportamento alienado. Tal preceito afirma que, por influência de fatores coercitivos, o cidadão perde seu pensamento individual e se junta a uma massa coletiva. Desse modo, dentro do contexto do problema agravados pelas redes sociais, percebe-se que o sujeito, sem perceber, é induzido a estereotipar essa realidade como um caso frequente e normal.
Por conseguinte, esse vício é tão grave ao ponto de pessoas serem influenciadas a postar tudo em seu cotidiano, sem ao menos ter uma identificação própria e ser altamente obcecado pela busca de uma aprovação, como mostra no episódio “Nosedive” da série black mirror, sendo assim, nota-se que o maior obstáculo das pessoas já presas neste meio, é se desconectar desse mundo virtual e se alinhar com o mundo real. Nesse raciocínio entende-se que, ao analisar a permanência do determinismo e do efeito bolha, o ser humano inclina essa “atitude”, tornando-se passivo e inerte com a problemática.
Portanto, é fundamental que busquem em se conscientizar por meio de palestras e que essa alienação por redes sociais seja combatido. Destarte o usuário que deve manusear o seu tempo e o seu auto-controle, para que ao longo do tempo, diminua os vícios e foque em uma boa qualidade de vida. Feito isso, adotando a “Teologia” de Manoel Barros, felizmente, poderá ser alcançada.