- 09 Out 2022, 00:20
#100434
A Constituição Federal do Brasil de 1988, carta Magna dos brasileiros, assegura que todos possuem o direito a liberdade de expressão. Entretanto, percebe-se o não cumprimento desse direito em sua íntegra no que diz respeito à intolerância religiosa no Brasil, onde fiéis têm enfrentado dificuldades ao professarem as suas crenças. Nesse sentido, denota-se um delicado problema, que tem como causas o preconceito e a insuficiência legislativa.
Dessa forma, em primeira análise, o preconceito intrínseco na sociedade tem fomentado a intolerância religiosa de uma forma não tão somente verbal, mas, também física. Dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República mostram que de 100 fiéis que sobrem algum tipo de intolerância, 12 chegam a sofrer agressões físicas o que configura uma situação de cunho social. O célebre filósofo Pitágoras certa feita disse que devemos educar nossas crianças para que quando tornarem-se adultos não seja necessário puni-las, o que ilustra a necessidade do ensino desde cedo as crianças sobre a diversidade de religiões no território nacional, visto que a falta de informações a respeito da laicidade do nosso país corrobora esse cenário, sendo de caráter urgente a desconstrução desses estigmas.
Por conseguinte, podemos usar as palavras do ativista Martin Luther King - não ao me preocupa o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons - , mostrando que a insuficiência legislativa ressalta esse panorama deixando clara a sua ineficiência no que tange ao gozo dos direitos constituintes de cada brasileiro. Assim, torna-se necessário que a lei seja cumprida na prática e não somente no papel.
Portanto, é de suma importância que o Estado juntamente com as mídias e as escolas se posicionem ante esse grande empasse, visando a disseminação de informações sobre as diversas religiões no nosso país através de palestras educativas nas escolas com representantes de cada religião e matérias nos veículos de comunicação e redes sociais para uma maior abrangência tendo como objetivo a conscientização da população como um todo para que o respeito possa perdurar entre gerações, bem como a formação de leis e punições rígidas contra aqueles que ferirem a liberdade do seu semelhante. Dessa maneira, poderemos enfim usufruir dos nossos direitos de forma completa.
Dessa forma, em primeira análise, o preconceito intrínseco na sociedade tem fomentado a intolerância religiosa de uma forma não tão somente verbal, mas, também física. Dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República mostram que de 100 fiéis que sobrem algum tipo de intolerância, 12 chegam a sofrer agressões físicas o que configura uma situação de cunho social. O célebre filósofo Pitágoras certa feita disse que devemos educar nossas crianças para que quando tornarem-se adultos não seja necessário puni-las, o que ilustra a necessidade do ensino desde cedo as crianças sobre a diversidade de religiões no território nacional, visto que a falta de informações a respeito da laicidade do nosso país corrobora esse cenário, sendo de caráter urgente a desconstrução desses estigmas.
Por conseguinte, podemos usar as palavras do ativista Martin Luther King - não ao me preocupa o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons - , mostrando que a insuficiência legislativa ressalta esse panorama deixando clara a sua ineficiência no que tange ao gozo dos direitos constituintes de cada brasileiro. Assim, torna-se necessário que a lei seja cumprida na prática e não somente no papel.
Portanto, é de suma importância que o Estado juntamente com as mídias e as escolas se posicionem ante esse grande empasse, visando a disseminação de informações sobre as diversas religiões no nosso país através de palestras educativas nas escolas com representantes de cada religião e matérias nos veículos de comunicação e redes sociais para uma maior abrangência tendo como objetivo a conscientização da população como um todo para que o respeito possa perdurar entre gerações, bem como a formação de leis e punições rígidas contra aqueles que ferirem a liberdade do seu semelhante. Dessa maneira, poderemos enfim usufruir dos nossos direitos de forma completa.