- 11 Out 2022, 13:16
#100596
A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante nacional, prevê em seu artigo 5°, o direito a liberdade a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a intolerância religiosa. Diante desta perspectiva fatores como a decadência nas medidas de incentivo a educação religiosa por parte do governo e o fanatismo religioso, que corroboram para um cenário inaceitável de violência no país.
Em uma primeira análise deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para incentivar o conhecimento religioso. Nesse sentido, se observa pelo país regiões em que não há escolas com educação religiosa, onde as crianças e adolescentes não são incentivados a conhecer as práticas de diferentes religiões, e assim perdendo a oportunidade de expandir o conhecimento sociocultural do indivíduo, que em sua falta, gera alienação posteriormente podendo surgir conflitos vulnerabilizando a vida das pessoas que exercem certas religiões. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como violação do "contrato social", já que o estado não cumpre em totalidade com sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a igualdade o que infelizmente é evidente.
Ademais, é fundamental apontar o fanatismo religioso como impulsionador do problema no Brasil. Segundo o antigo Ministério dos direitos humanos o ano de 2022 teve um aumento de 17% nas denúncias sobre intolerância religiosado que o ano anterior. Diante de tal exposto, se observa que o fanatismo religioso vem se mostrando cada vez mais presente na sociedade brasileira. As vítimas sofrem diversas formas de ataques por meio das redes sociais e combate físicos, existe em alguns grupos a sensação de superioridade em relação às outras religiões fazendo com que essas pessoas entendam que a própria religião deveria ser a única e as outras restantes esquecidas o que anula a identidade de povos apagando sua memória cultural e própria como ser.
Portanto, a necessidade de combater no contexto religioso o fanatismo, é imprescindível que o governo, por intermédio de palestras em locais educacionais como escolas e faculdades afim de diminuir a intolerância religosa. Paralelamente, é imperativo que seja estabelecido na grade escolar o ensino religioso por todo território nacional para dar fim a este tipo de alienação. Assim, se consolida uma sociedade mais livre onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social" tal como afima Jonh Locke.
Em uma primeira análise deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para incentivar o conhecimento religioso. Nesse sentido, se observa pelo país regiões em que não há escolas com educação religiosa, onde as crianças e adolescentes não são incentivados a conhecer as práticas de diferentes religiões, e assim perdendo a oportunidade de expandir o conhecimento sociocultural do indivíduo, que em sua falta, gera alienação posteriormente podendo surgir conflitos vulnerabilizando a vida das pessoas que exercem certas religiões. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como violação do "contrato social", já que o estado não cumpre em totalidade com sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a igualdade o que infelizmente é evidente.
Ademais, é fundamental apontar o fanatismo religioso como impulsionador do problema no Brasil. Segundo o antigo Ministério dos direitos humanos o ano de 2022 teve um aumento de 17% nas denúncias sobre intolerância religiosado que o ano anterior. Diante de tal exposto, se observa que o fanatismo religioso vem se mostrando cada vez mais presente na sociedade brasileira. As vítimas sofrem diversas formas de ataques por meio das redes sociais e combate físicos, existe em alguns grupos a sensação de superioridade em relação às outras religiões fazendo com que essas pessoas entendam que a própria religião deveria ser a única e as outras restantes esquecidas o que anula a identidade de povos apagando sua memória cultural e própria como ser.
Portanto, a necessidade de combater no contexto religioso o fanatismo, é imprescindível que o governo, por intermédio de palestras em locais educacionais como escolas e faculdades afim de diminuir a intolerância religosa. Paralelamente, é imperativo que seja estabelecido na grade escolar o ensino religioso por todo território nacional para dar fim a este tipo de alienação. Assim, se consolida uma sociedade mais livre onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social" tal como afima Jonh Locke.
- 12 Out 2022, 14:36
#100683
Louisouas escreveu: A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante nacional, prevê em seu artigo 5°, o direito a liberdade a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a intolerância religiosa. Diante desta perspectiva fatores como a decadência nas medidas de incentivo a educação religiosa por parte do governo e o fanatismo religioso, que corroboram para um cenário inaceitável de violência no país.
Em uma primeira análise deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para incentivar o conhecimento religioso. Nesse sentido, se observa pelo país regiões em que não há escolas com educação religiosa, onde as crianças e adolescentes não são incentivados a conhecer as práticas de diferentes religiões, e assim perdendo a oportunidade de expandir o conhecimento sociocultural do indivíduo, que em sua falta, gera alienação posteriormente podendo surgir conflitos vulnerabilizando a vida das pessoas que exercem certas religiões. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como violação do "contrato social", já que o estado não cumpre em totalidade com sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a igualdade o que infelizmente é evidente.
Ademais, é fundamental apontar o fanatismo religioso como impulsionador do problema no Brasil. Segundo o antigo Ministério dos direitos humanos o ano de 2022 teve um aumento de 17% nas denúncias sobre intolerância religiosado que o ano anterior. Diante de tal exposto, se observa que o fanatismo religioso vem se mostrando cada vez mais presente na sociedade brasileira. As vítimas sofrem diversas formas de ataques por meio das redes sociais e combate físicos, existe em alguns grupos a sensação de superioridade em relação às outras religiões fazendo com que essas pessoas entendam que a própria religião deveria ser a única e as outras restantes esquecidas o que anula a identidade de povos apagando sua memória cultural e própria como ser.
Portanto, a necessidade de combater no contexto religioso o fanatismo, é imprescindível que o governo, por intermédio de palestras em locais educacionais como escolas e faculdades afim de diminuir a intolerância religosa. Paralelamente, é imperativo que seja estabelecido na grade escolar o ensino religioso por todo território nacional para dar fim a este tipo de alienação. Assim, se consolida uma sociedade mais livre onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social" tal como afima Jonh Locke.