- 21 Out 2022, 14:54
#101383
As péssimas condições de um país, como instabilidade econômica e política, desastres naturais e perseguições étnicas, forçam os seus residentes a saída dele em busca de uma nação melhor. O Brasil, desde sua colonização em 1500 até ao século XXI é um grande alvo dessas imigrações, que podem ser boas caso forem lidadas adequadamente, trazendo por exemplo o desenvolvimento financeiro, social e cultural da região de entrada. Entretanto, a xenofobia e a negligência estatal prejudicam a adaptação dos imigrantes.
Em primeiro lugar, é importante esclarecer que a xenofobia - preconceito contra os estrangeiros - pode levar à perseguição, violência e até genocídio. Por exemplo, a morte de milhões de judeus em campos de concentrações nazistas na Segunda Guerra Mundial, caso que é considerado o ápice da xenofobia na Europa. Uma vez que, ao chegar em território brasileiro, os imigrantes tenham que enfrentar inúmeros problemas, o pior deles é sofrer da rejeição do próprio povo local - o qual conviverão diariamente na escola, no trabalho, em ambientes públicos, entre outros - tornando-se alvo de desprezo, piadas e em casos mais graves, agressão física. Dessa forma, fica evidente como a xenofobia prejudica a acomodação do imigrante.
Ademais, é essencial compreender o desleixo governamental como fator negativo aos imigrantes. Nesse sentido, é possível afirmar que, os estrangeiros que deslocam-se entre países sem a devida ajuda política não se integram ao novo lugar e sofrem da marginalização, processo socioeconômico de se tornar marginal, excluído do resto da sociedade. Haja vista a situação ocorrente nos Estados Unidos, no qual os mexicanos em busca de melhores condições de vida, atravessam ilegalmente as fronteiras americanas e, se conseguirem chegar, sofrem de restrições do governo à saúde, educação e muitas vezes trabalham em condições insalubres. Dessa maneira, nota-se o valor do Estado na ajuda a assimilação dos imigrantes.
Portanto, o movimento imigratório para o Brasil no século XXI pode trazer impactos positivos, caso medidas necessárias forem tomadas. Destarte, visando atingir a maior quantia de pessoas possíveis, o Ministério da Educação junto da mídia deve promover a conscientização do povo brasileiro sobre a xenofobia, através da criação de palestras para escolas e universidades; anúncios e programas jornalísticos em TV aberta, que irão educar a população sobre os impactos da prática preconceituosa, dando exemplos de casos graves dos efeitos dela em outros países. Por outro lado, o Ministério dos Direitos humanos tem de proporcionar a regularização dos imigrantes ilegais necessitados o mais rápido possível, a fim de impedir a marginalização deles, por meio da aceleração do processo de emissão do visto já existente de Autorização de Residência, documento que garante os direitos de residência e trabalho ao imigrante. Assim, o Brasil progressivamente se tornará um porto seguro àqueles que necessitam.
Em primeiro lugar, é importante esclarecer que a xenofobia - preconceito contra os estrangeiros - pode levar à perseguição, violência e até genocídio. Por exemplo, a morte de milhões de judeus em campos de concentrações nazistas na Segunda Guerra Mundial, caso que é considerado o ápice da xenofobia na Europa. Uma vez que, ao chegar em território brasileiro, os imigrantes tenham que enfrentar inúmeros problemas, o pior deles é sofrer da rejeição do próprio povo local - o qual conviverão diariamente na escola, no trabalho, em ambientes públicos, entre outros - tornando-se alvo de desprezo, piadas e em casos mais graves, agressão física. Dessa forma, fica evidente como a xenofobia prejudica a acomodação do imigrante.
Ademais, é essencial compreender o desleixo governamental como fator negativo aos imigrantes. Nesse sentido, é possível afirmar que, os estrangeiros que deslocam-se entre países sem a devida ajuda política não se integram ao novo lugar e sofrem da marginalização, processo socioeconômico de se tornar marginal, excluído do resto da sociedade. Haja vista a situação ocorrente nos Estados Unidos, no qual os mexicanos em busca de melhores condições de vida, atravessam ilegalmente as fronteiras americanas e, se conseguirem chegar, sofrem de restrições do governo à saúde, educação e muitas vezes trabalham em condições insalubres. Dessa maneira, nota-se o valor do Estado na ajuda a assimilação dos imigrantes.
Portanto, o movimento imigratório para o Brasil no século XXI pode trazer impactos positivos, caso medidas necessárias forem tomadas. Destarte, visando atingir a maior quantia de pessoas possíveis, o Ministério da Educação junto da mídia deve promover a conscientização do povo brasileiro sobre a xenofobia, através da criação de palestras para escolas e universidades; anúncios e programas jornalísticos em TV aberta, que irão educar a população sobre os impactos da prática preconceituosa, dando exemplos de casos graves dos efeitos dela em outros países. Por outro lado, o Ministério dos Direitos humanos tem de proporcionar a regularização dos imigrantes ilegais necessitados o mais rápido possível, a fim de impedir a marginalização deles, por meio da aceleração do processo de emissão do visto já existente de Autorização de Residência, documento que garante os direitos de residência e trabalho ao imigrante. Assim, o Brasil progressivamente se tornará um porto seguro àqueles que necessitam.