- 02 Nov 2022, 16:49
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Com a pandemia do corona vírus, parte da população brasileira acabou criando um perigoso receio em relação às vacinas, gerando uma queda nos índices de imunização, situação que acaba trazendo riscos a saúde dos brasileiros. Diante disso, é preciso analisar as causas e efeitos dessa problemática.
A princípio, é importante pontuar que a influência do Governo do Brasil sob seus apoiadores se torna uma das principais causas desse problema. Segundo a Constituição Federal de 1988, a saúde é direito de todos e dever do Estado, entretanto, é notório que o atual presidente do país não seguiu o regulamento, visto que dirigiu opiniões contrarias a vacinação - e, até mesmo, quis substituí-la por um medicamento sem fundamentos - e, seus seguidores acreditaram e seguiram a mesma ideia. Com isso, milhares de brasileiros acabaram optando a não realizar a vacinação, tanto em si quanto em seus familiares.
Por conseguinte, essa oposição fez com que a vacinação infantil também teve uma queda drástica. Posto isso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância divulgou que a taxa de vacinação infantil no Brasil teve um decaimento de 93,1% para 71,49%, colocando o país entre os dez países com menor cobertura vacinal do mundo. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, urge a tomada de medidas para reverter esse quadro. Nessa perspectiva, cabe ao Governo Federal, mais especificamente o Ministério da Saúde, em parceria com canais de comunicação, o aumento de propagandas pró-vacina. Tal ação deverá estimular a população a se vacinar, mostrando sua importância e os riscos se essa ação não for feita. Com isso, a realidade da queda nos índices de imunização no Brasil será outra, garantindo mais prosperidade a nação.
A princípio, é importante pontuar que a influência do Governo do Brasil sob seus apoiadores se torna uma das principais causas desse problema. Segundo a Constituição Federal de 1988, a saúde é direito de todos e dever do Estado, entretanto, é notório que o atual presidente do país não seguiu o regulamento, visto que dirigiu opiniões contrarias a vacinação - e, até mesmo, quis substituí-la por um medicamento sem fundamentos - e, seus seguidores acreditaram e seguiram a mesma ideia. Com isso, milhares de brasileiros acabaram optando a não realizar a vacinação, tanto em si quanto em seus familiares.
Por conseguinte, essa oposição fez com que a vacinação infantil também teve uma queda drástica. Posto isso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância divulgou que a taxa de vacinação infantil no Brasil teve um decaimento de 93,1% para 71,49%, colocando o país entre os dez países com menor cobertura vacinal do mundo. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, urge a tomada de medidas para reverter esse quadro. Nessa perspectiva, cabe ao Governo Federal, mais especificamente o Ministério da Saúde, em parceria com canais de comunicação, o aumento de propagandas pró-vacina. Tal ação deverá estimular a população a se vacinar, mostrando sua importância e os riscos se essa ação não for feita. Com isso, a realidade da queda nos índices de imunização no Brasil será outra, garantindo mais prosperidade a nação.