- 04 Nov 2022, 19:18
#102808
A Constituição Federal provê a todos os cidadãos brasileiros o direito pleno à saúde. No entanto, a falta de reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no país configura-se como um fator que desvia a concretização da promessa jurídica citada. Convém, então, dissecar dois eventos: um em que tal panorama negativo pôde fazer-se abrandado, mediante a valorização da enfermeira Anna Nery; o outro, o mérito das contribuintes na pandemia, que mobilizaram-se para que a saúde de todos fosse protegida, mesmo que atuassem fora do papel social de trabalhadoras da saúde. Espera-se que, com isso, a discussão de uma possível solução para o problema possa ser efetivada.
Primeiramente, vale mencionar o ocorrido com o Exército Brasileiro no contexto da Guerra do Paraguai. Além de prestar os serviços primordiais de enfermagem ao escopo militar, Nery revolucionou um momento crítico de ataque de doenças ao estrear a consolidação de medidas mínimas de higiene e segurança. Essa ação foi galardoada com a documentação histórica de sua autora no Museu Nacional da Enfermagem. Nessa ótica, percebe-se quão positiva foi a resposta da sociedade diante da atitude que salvou vidas, reação divergente da experienciada atualmente, e que deve ser revertida com urgência.
Outrossim, merece destaque a diligência com que atuaram as mulheres da saúde na pandemia do COVID-19. A exemplo, uma matéria apresentada pelo site da emissora Globo tece o relato de Adriana Melo que, em seu papel de médica, cuidava de acometidos pelo vírus em seis hospitais, ao mesmo tempo em que organizou uma rotina de higienização metódica, especialmente para evitar a contaminação entre os seus filhos. Nesse viés, nota-se a nobreza com que honram a ciência da saúde, priorizando o zelo pela vida independente de qual relação as pessoas ao seu redor tenham com elas. Urge, então, que seja erradicado o quanto antes esse quadro nacional de desvalorização à contribuição imprescindível das mesmas para a saúde pública.
Diante do exposto, demanda-se que uma proposta seja mediada para enfrentamento do impasse. Necessita-se que a União Estatal, por meio do redirecionamento de suas verbas, viabilize campanhas publicitárias que divulguem a importância da participação das mulheres nas ciências da saúde. Essas campanhas seriam exibidas nos dispositivos digitais de comunicação e jornais, a fim de chegar ao máximo número de pessoas possível. Só assim, a comunidade brasileira poderá gozar do seu direito garantido à saúde na prática.
Primeiramente, vale mencionar o ocorrido com o Exército Brasileiro no contexto da Guerra do Paraguai. Além de prestar os serviços primordiais de enfermagem ao escopo militar, Nery revolucionou um momento crítico de ataque de doenças ao estrear a consolidação de medidas mínimas de higiene e segurança. Essa ação foi galardoada com a documentação histórica de sua autora no Museu Nacional da Enfermagem. Nessa ótica, percebe-se quão positiva foi a resposta da sociedade diante da atitude que salvou vidas, reação divergente da experienciada atualmente, e que deve ser revertida com urgência.
Outrossim, merece destaque a diligência com que atuaram as mulheres da saúde na pandemia do COVID-19. A exemplo, uma matéria apresentada pelo site da emissora Globo tece o relato de Adriana Melo que, em seu papel de médica, cuidava de acometidos pelo vírus em seis hospitais, ao mesmo tempo em que organizou uma rotina de higienização metódica, especialmente para evitar a contaminação entre os seus filhos. Nesse viés, nota-se a nobreza com que honram a ciência da saúde, priorizando o zelo pela vida independente de qual relação as pessoas ao seu redor tenham com elas. Urge, então, que seja erradicado o quanto antes esse quadro nacional de desvalorização à contribuição imprescindível das mesmas para a saúde pública.
Diante do exposto, demanda-se que uma proposta seja mediada para enfrentamento do impasse. Necessita-se que a União Estatal, por meio do redirecionamento de suas verbas, viabilize campanhas publicitárias que divulguem a importância da participação das mulheres nas ciências da saúde. Essas campanhas seriam exibidas nos dispositivos digitais de comunicação e jornais, a fim de chegar ao máximo número de pessoas possível. Só assim, a comunidade brasileira poderá gozar do seu direito garantido à saúde na prática.