- 07 Nov 2022, 02:50
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A alteridade é o exercício de se colocar no lugar do outro, e o perceber como uma pessoa singular e subjetiva. Desse modo, percebe-se que na questão do reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil falta a aplicação desse conceito por parte dos poderes públicos, provocando inúmeros problemas à coletividade. Assim, é imperioso o debate disso, com foco no reconhecimento das mulheres na ciência brasileira e como isso deve ser pauta para levar mais conhecimento para a sociedade.
Inicialmente, vale ressaltar que a relação casuística da adversidade se dá pela negligência estatal. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes, na obra "O leviatã", afirma ser função do Estado, a partir do Contrato Social, a imposição da ordem e das garantias naturais do indivíduo. No entanto, esse mesmo ente provoca o desafio do reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, no qual as mulheres ocupam um lugar importante na história da sociedade, como a enfermeira Anna Nery que prestou serviço na Guerra do Paraguai cuidando dos feridos com o mínimo de higiene mesmo com o local em péssimas condições, a Adriana Melo que teve um importante papel na descoberta da relação da zika com a microcefalía.
Ademais, torna-se imprescindível referenciar Sêneca, grande filósofo do império romano, que uma vez afirmou: "não estudamos para a vida, mas para a escola". Todavia, quando se adentra a realidade hodierna, as escolas, tem um papel muito importante para as crianças, para que aprendam a reconhecer a contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil. É de grande importância para que o reconhecimento do papel feminino em vários setores da ciência tenha uma visibilidade maior. Dessa forma, as crianças se tornam adultos familiarizadas com esse assunto.
Portanto, fica evidente que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores de informação como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas devem promover a relevância do reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, por meio de vídeos e debates com especialistas da área. Isso com a finalidade de que haja a diminuição desse problema. Logo, o desafio de reduzir o desconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil será intermediado no século XXI.
Inicialmente, vale ressaltar que a relação casuística da adversidade se dá pela negligência estatal. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes, na obra "O leviatã", afirma ser função do Estado, a partir do Contrato Social, a imposição da ordem e das garantias naturais do indivíduo. No entanto, esse mesmo ente provoca o desafio do reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, no qual as mulheres ocupam um lugar importante na história da sociedade, como a enfermeira Anna Nery que prestou serviço na Guerra do Paraguai cuidando dos feridos com o mínimo de higiene mesmo com o local em péssimas condições, a Adriana Melo que teve um importante papel na descoberta da relação da zika com a microcefalía.
Ademais, torna-se imprescindível referenciar Sêneca, grande filósofo do império romano, que uma vez afirmou: "não estudamos para a vida, mas para a escola". Todavia, quando se adentra a realidade hodierna, as escolas, tem um papel muito importante para as crianças, para que aprendam a reconhecer a contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil. É de grande importância para que o reconhecimento do papel feminino em vários setores da ciência tenha uma visibilidade maior. Dessa forma, as crianças se tornam adultos familiarizadas com esse assunto.