- 09 Nov 2022, 19:53
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A sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange à garantia do registro civil da população. Nessa perspectiva, a alienação e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes — potencializados pela falta de divulgação desse problema na sociedade, como também as dificuldades que acarretam e os benefícios que esses cidadãos perdem por serem considerados indigentes.
A princípio, vale ressaltar a falta de divulgação como impulsionadora do impasse, já que quando a mídia não divulga um problema tão importante como esse, ele acaba persistindo e sendo assim, não solucionado. Conforme dizia Djamila Ribeiro, filósofa brasileira, “para pensar em soluções para uma realidade, devemos tirá-lo da invisibilidade”. Nessa perspectiva entende-se que a padronização de questões, como a dificuldade de ter a garantia ao acesso à cidadania no Brasil, tornou-se um fato prejudicial e perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de exercer um juízo sólido e, também, por promover a naturalidade do entrave.
Além disso, vê-se que a exclusão que esses indivíduos sofrem é muito mais do que somente a perda de benefícios sociais, mas a forma que a existência deles é facilmente esquecida pelo Estado também é uma ocorrência atual, dado que essas pessoas se sentem “sem valor” pelo fato de não terem registro ou qualquer outro documento que comprove que ele existe oficialmente. Segundo a teoria de John Locke: “o ser humano é como uma tela em branco, preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, constata-se que, ao presenciar essa invisibilidade no país, o indivíduo, inserido em um ambiente que negligência e não combate à problemática, tende a ser influenciado pelo meio, de se diminuir, de não acreditar que estudar ou saber ler são coisas importantes — mantendo um comportamento indesejável.
Portanto, para que à garantia do registro civil da população seja mitigado, é dever do Estado criar projetos para que esses cidadãos tenham um acesso mais direto e fácil na criação do registro. Isso será realizado por meio de campanhas, com o intuito de que essas pessoas tenham o máximo de informações sobre como é criado esses documentos e os benefícios que eles terão direito de receber. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do país serão observados.
A princípio, vale ressaltar a falta de divulgação como impulsionadora do impasse, já que quando a mídia não divulga um problema tão importante como esse, ele acaba persistindo e sendo assim, não solucionado. Conforme dizia Djamila Ribeiro, filósofa brasileira, “para pensar em soluções para uma realidade, devemos tirá-lo da invisibilidade”. Nessa perspectiva entende-se que a padronização de questões, como a dificuldade de ter a garantia ao acesso à cidadania no Brasil, tornou-se um fato prejudicial e perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de exercer um juízo sólido e, também, por promover a naturalidade do entrave.
Além disso, vê-se que a exclusão que esses indivíduos sofrem é muito mais do que somente a perda de benefícios sociais, mas a forma que a existência deles é facilmente esquecida pelo Estado também é uma ocorrência atual, dado que essas pessoas se sentem “sem valor” pelo fato de não terem registro ou qualquer outro documento que comprove que ele existe oficialmente. Segundo a teoria de John Locke: “o ser humano é como uma tela em branco, preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, constata-se que, ao presenciar essa invisibilidade no país, o indivíduo, inserido em um ambiente que negligência e não combate à problemática, tende a ser influenciado pelo meio, de se diminuir, de não acreditar que estudar ou saber ler são coisas importantes — mantendo um comportamento indesejável.
Portanto, para que à garantia do registro civil da população seja mitigado, é dever do Estado criar projetos para que esses cidadãos tenham um acesso mais direto e fácil na criação do registro. Isso será realizado por meio de campanhas, com o intuito de que essas pessoas tenham o máximo de informações sobre como é criado esses documentos e os benefícios que eles terão direito de receber. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do país serão observados.