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Por Lele65
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No filme “Aquametragem”, produzido pela portuguesa Marina Lobo, é mostrado os efeitos do uso irresponsável da água pelo ser humano. Fora da ficção, a sociedade contemporânea já está vivenciando o filme supracitado, por consequência, a tornando a crise hídrica uma realidade futura. Nesse sentido, a falta de uma educação pautada sobre a preservação da água e as consequências causadas por esse, intensificam ainda mais tal problemática.
Diante desse cenário, é coerente analisar que a população está a cada década menos conscientes sobre o que fazer para evitar a escassez da água, visto que, a cada dia que passa esse problema se torna mais perto da realidade. Nessa perspectiva, tal situação ocorre porque esse problema desde o século xx com a implementação de um ensino tradicionalista, implantado pelo ex-presidente Vargas, cristalizou-se um modelo educacional, no qual, negligência o aprendizado de temas transversais, como por exemplo o que o cidadão precisa fazer para evitar a crise dos recursos hídricos. Desse modo, a educação se faz necessária como forma de refrear a problemática, colocando em prática o pensamento de Nelson Mandela em que diz que, a educação é a arma mais poderosa que existe capaz de mudar o mundo.
Além disso, cabe ressaltar que a crise hídrica traz consigo inúmeras consequências, exemplo disso é o aumento da taxa de energia elétrica no país. Sob essa ótica, isso acontece porque a hidreletricidade tem sido a principal fonte de geração do elétrico brasileiro, dessa maneira, a escassez dessa massa líquida faz com que os reservatórios fiquem abaixo da média, de modo consequente, tornando produção energética mais difícil e cara. Nessa lógica, dado se comprova na pesquisa realizada pelo jornal Estadão, onde a falta da água ocasionou aumento de 20% na conta mensal de energia paga pelos cidadãos. Logo, esse revés deve ser solucionado.
Portanto, a necessidade de medidas que ajude a evitar que a água acabe. Por isso, urge que o Ministério da educação, órgão responsável pela educação do país, juntamente com a mídia implante nas escolas e nas redes sociais políticas de ensino a preservação dos recursos hídricos, por meio, de aulas semanais e “posters” na redes sociais, como o “Facebook” e o “Instagram”, a fim, de conscientizar a todos sobre a importância dessa massa líquida, como consequência, evitar os efeitos do filme “Aquametragem”.
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