- 10 Dez 2022, 10:07
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Ao longo da história, as mulheres sofreram muito preconceito em áreas de conhecimento académico. Como disse Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". E fazer o uso da Educação na participação feminina no setor da saúde no Brasil é fundamental para se pensar a respeito do preconceito de gênero que por muitos anos houve em nossa sociedade.
Através de descobertas e estudos intensivos de Marie Curie, obtivemos os conhecimentos para realizar a radioterapia aqui no nosso país e em outras partes do mundo. Pela sua iniciativa de ser a primeira mulher a ingressar na área da ciência e ganhar dois prêmios Nobel em áreas diferentes transmite a ideia e capacidade que não só os homens possui.
A participação desse gênero se mostra essencial e na linha de frente em meio a pandemia do novo coronavirus. Teve início em 2019, com aquisição de cuidados a serem redobrados em relação a higiene pessoal e contato físico, houve situações que envolviam mais solteiras que se desdobravam para trabalhar em locais de risco, como hospitais e unidades básicas de saúde e ao longo dos dias dar atenção necessária aos filhos que estavam afastados da escola presencial.
Portanto, é de grande importância encontrar meios que resolvam este problema que envolve a invisibilidade, exclusão, preconceito, machismo, e outros fatores discriminatórios nos meios científicos e aqueles relacionados à saúde em relação a atuação das mulheres, deve-se à adesão de campanhas para conscientização por meio do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde para representar um apoio ao sexo feminino para ingressar as Universidades de Ciências da Natureza, tecnológicas e saúde, como também o incentivo a salários mais igualitários entre os gêneros respeitando a qualificação profissional e mérito do individuo.
Através de descobertas e estudos intensivos de Marie Curie, obtivemos os conhecimentos para realizar a radioterapia aqui no nosso país e em outras partes do mundo. Pela sua iniciativa de ser a primeira mulher a ingressar na área da ciência e ganhar dois prêmios Nobel em áreas diferentes transmite a ideia e capacidade que não só os homens possui.
A participação desse gênero se mostra essencial e na linha de frente em meio a pandemia do novo coronavirus. Teve início em 2019, com aquisição de cuidados a serem redobrados em relação a higiene pessoal e contato físico, houve situações que envolviam mais solteiras que se desdobravam para trabalhar em locais de risco, como hospitais e unidades básicas de saúde e ao longo dos dias dar atenção necessária aos filhos que estavam afastados da escola presencial.
Portanto, é de grande importância encontrar meios que resolvam este problema que envolve a invisibilidade, exclusão, preconceito, machismo, e outros fatores discriminatórios nos meios científicos e aqueles relacionados à saúde em relação a atuação das mulheres, deve-se à adesão de campanhas para conscientização por meio do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde para representar um apoio ao sexo feminino para ingressar as Universidades de Ciências da Natureza, tecnológicas e saúde, como também o incentivo a salários mais igualitários entre os gêneros respeitando a qualificação profissional e mérito do individuo.