- 23 Jan 2023, 17:38
#108325
No filme "Radioactive", é apresentado a vida da física Marie Currie e sua contribuição no campo científico da radioatividade. Na obra, seu marido recebe todo reconhecimento no prêmio Nobel da descoberta que ambos fizeram. Hodiernamente, fora da trama, é fato que a situação apresentada na obra, pode ser relacionada a realidade feminina brasileira: o preconceito de gênero constante desde muitos séculos e a desigualdade social existente na nação que auxilia para a pouca valorização da mulher em áreas na ciência da saúde.
Primeiramente, diante desse cenário, é verídico que mulheres são tratadas com preceitos de inferioridade desde muito tempo, o que contribuiu para a desigualdade de gênero, que é motivado por diversos preconceitos machistas até hoje. A desvalorização da mulher em inovações científicas e da saúdes não recebem o devido reconhecimento, principalmente, porque como já foi mencionado nos estudos da antropóloga Lilia Schwarcz , há a prática de uma política de eufimismo no Brasil, muitos problemas tendem a ser suavizados, não recebendo a visibilidade necessário. A essa linha de raciocínio, destaca-se que segundo a relatório de 2019 das Nações Unidas, o Brasil é o país mais desigual do mundo, onde, de certa forma, contribuições e inovações da ciência na saúde são na maioria lideradas por homens, as mulheres são excluídas desse cenário. Assim, o preconceito de gênero da nação dificulta o reconhecimento de grandes contribuições femininas.
Em segunda análise, outrossim, é a falha governamental e a negligência do Estado que se mantém em inércia para o desenvolvimento da mulher na área da ciência da saúde. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado proporcionar medidas que auxiliem o progresso a coletividade. Nesse viés, é notório que a desigualdade de gênero enraizado no Brasil, está presente há séculos, como exemplo, as inúmeras ofensas e preconceitos sofridos por Rita Lobato Velho, primeira médica brasileira e que não recebeu muita visibilidade pela sau tese sobre a operação cesariana. Logo, é imprescindível que haja mudanças nesse cenário brasileiro.
Portanto, visto os desafios para o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, medidas devem ser tomadas. É mister, que o Ministério da Educação (MEC) com suporte do Ministério da Mulher, deve inserir aulas, atividades lúdicas e palestras nas escolas com discussão às mulheres brasileiras. Por meio de semanas ou eventos que visem essa temática em específico, a fim de formar cidadãos menos machistas e conhecedores dos feitos das mulheres brasileiras, as quais farão que pessoas reconheçam as inovações das mulheres e desenvolverão crianças interessadas nessa área. Somente assim, tornaremos um Brasil com realidades contrárias a situação de Marie.
Primeiramente, diante desse cenário, é verídico que mulheres são tratadas com preceitos de inferioridade desde muito tempo, o que contribuiu para a desigualdade de gênero, que é motivado por diversos preconceitos machistas até hoje. A desvalorização da mulher em inovações científicas e da saúdes não recebem o devido reconhecimento, principalmente, porque como já foi mencionado nos estudos da antropóloga Lilia Schwarcz , há a prática de uma política de eufimismo no Brasil, muitos problemas tendem a ser suavizados, não recebendo a visibilidade necessário. A essa linha de raciocínio, destaca-se que segundo a relatório de 2019 das Nações Unidas, o Brasil é o país mais desigual do mundo, onde, de certa forma, contribuições e inovações da ciência na saúde são na maioria lideradas por homens, as mulheres são excluídas desse cenário. Assim, o preconceito de gênero da nação dificulta o reconhecimento de grandes contribuições femininas.
Em segunda análise, outrossim, é a falha governamental e a negligência do Estado que se mantém em inércia para o desenvolvimento da mulher na área da ciência da saúde. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado proporcionar medidas que auxiliem o progresso a coletividade. Nesse viés, é notório que a desigualdade de gênero enraizado no Brasil, está presente há séculos, como exemplo, as inúmeras ofensas e preconceitos sofridos por Rita Lobato Velho, primeira médica brasileira e que não recebeu muita visibilidade pela sau tese sobre a operação cesariana. Logo, é imprescindível que haja mudanças nesse cenário brasileiro.
Portanto, visto os desafios para o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, medidas devem ser tomadas. É mister, que o Ministério da Educação (MEC) com suporte do Ministério da Mulher, deve inserir aulas, atividades lúdicas e palestras nas escolas com discussão às mulheres brasileiras. Por meio de semanas ou eventos que visem essa temática em específico, a fim de formar cidadãos menos machistas e conhecedores dos feitos das mulheres brasileiras, as quais farão que pessoas reconheçam as inovações das mulheres e desenvolverão crianças interessadas nessa área. Somente assim, tornaremos um Brasil com realidades contrárias a situação de Marie.
- 23 Jan 2023, 23:41
#108352
Olá @danielllima, olha eu de novo kk.
Irei corrigir sua redação hoje, ok? Novamente, não sou um corretor de redações profissional, então, sinta-se a vontade para discordar de algo que irei aplicar nessas observações.
Introdução:
No filme "Radioactive", é apresentado a vida da física Marie Currie e sua contribuição no campo científico da radioatividade. Na obra, seu marido recebe todo reconhecimento no prêmio Nobel da descoberta que ambos fizeram. Hodiernamente, fora da trama, é fato que a situação apresentada na obra, pode ser relacionada a realidade feminina brasileira: o preconceito de gênero constante desde muitos séculos e a desigualdade social existente na nação que auxilia para a pouca valorização da mulher em áreas na ciência da saúde.
Observação: Achei a introdução legal, nada fora do padrão. Entretanto não achei acolhedora nem atraente o suficiente para que o leitor consiga "mergulhar profundamente" no tema. Na questão da apresentação dos seus argumentos notei que faltou conectivos para auxiliar na chegada natural das teses a sua introdução.
Desenvolvimento 1 e 2:
Primeiramente, diante desse cenário, é verídico que mulheres são tratadas com preceitos de inferioridade desde muito tempo, o que contribuiu para a desigualdade de gênero, que é motivado por diversos preconceitos machistas até hoje. A desvalorização da mulher em inovações científicas e da saúdes não recebem o devido reconhecimento, principalmente, porque como já foi mencionado nos estudos da antropóloga Lilia Schwarcz , há a prática de uma política de eufimismo no Brasil, muitos problemas tendem a ser suavizados, não recebendo a visibilidade necessário. A essa linha de raciocínio, destaca-se que segundo a relatório de 2019 das Nações Unidas, o Brasil é o país mais desigual do mundo, onde, de certa forma, contribuições e inovações da ciência na saúde são na maioria lideradas por homens, as mulheres são excluídas desse cenário. Assim, o preconceito de gênero da nação dificulta o reconhecimento de grandes contribuições femininas.
Em segunda análise, outrossim, é a falha governamental e a negligência do Estado que se mantém em inércia para o desenvolvimento da mulher na área da ciência da saúde. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado proporcionar medidas que auxiliem o progresso a coletividade. Nesse viés, é notório que a desigualdade de gênero enraizado no Brasil, está presente há séculos, como exemplo, as inúmeras ofensas e preconceitos sofridos por Rita Lobato Velho, primeira médica brasileira e que não recebeu muita visibilidade pela sau tese sobre a operação cesariana. Logo, é imprescindível que haja mudanças nesse cenário brasileiro.
Observação: Argumentos bons, porém não suficientes para uma explicação profunda dos problemas do tema. Aprofunde mais e problematize o quanto for necessário, você poderia ter trago a drama das mulheres durante o período da Revolução Industrial, Francesa, Da segunda guerra mundial, o impedimento do voto feminino no período da Grécia e Roma, etc.
Conclusão:
Portanto, visto os desafios para o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, medidas devem ser tomadas. É mister, que o Ministério da Educação (MEC) com suporte do Ministério da Mulher, deve inserir aulas, atividades lúdicas e palestras nas escolas com discussão às mulheres brasileiras. Por meio de semanas ou eventos que visem essa temática em específico, a fim de formar cidadãos menos machistas e conhecedores dos feitos das mulheres brasileiras, as quais farão que pessoas reconheçam as inovações das mulheres e desenvolverão crianças interessadas nessa área. Somente assim, tornaremos um Brasil com realidades contrárias a situação de Marie.
Observação: Cumpriu os 5elementos, está joia.
Extras:Creio que esse tema tem muita informação para ser abordado, mas por isso mesmo que é tão difícil de escolher uma que fique excelente. As vezes temos bloqueios criativos e a redação não fica do jeito que desejamos, faz parte! Continue escrevendo e bola pra frente.
Irei corrigir sua redação hoje, ok? Novamente, não sou um corretor de redações profissional, então, sinta-se a vontade para discordar de algo que irei aplicar nessas observações.
Introdução:
No filme "Radioactive", é apresentado a vida da física Marie Currie e sua contribuição no campo científico da radioatividade. Na obra, seu marido recebe todo reconhecimento no prêmio Nobel da descoberta que ambos fizeram. Hodiernamente, fora da trama, é fato que a situação apresentada na obra, pode ser relacionada a realidade feminina brasileira: o preconceito de gênero constante desde muitos séculos e a desigualdade social existente na nação que auxilia para a pouca valorização da mulher em áreas na ciência da saúde.
Observação: Achei a introdução legal, nada fora do padrão. Entretanto não achei acolhedora nem atraente o suficiente para que o leitor consiga "mergulhar profundamente" no tema. Na questão da apresentação dos seus argumentos notei que faltou conectivos para auxiliar na chegada natural das teses a sua introdução.
Desenvolvimento 1 e 2:
Primeiramente, diante desse cenário, é verídico que mulheres são tratadas com preceitos de inferioridade desde muito tempo, o que contribuiu para a desigualdade de gênero, que é motivado por diversos preconceitos machistas até hoje. A desvalorização da mulher em inovações científicas e da saúdes não recebem o devido reconhecimento, principalmente, porque como já foi mencionado nos estudos da antropóloga Lilia Schwarcz , há a prática de uma política de eufimismo no Brasil, muitos problemas tendem a ser suavizados, não recebendo a visibilidade necessário. A essa linha de raciocínio, destaca-se que segundo a relatório de 2019 das Nações Unidas, o Brasil é o país mais desigual do mundo, onde, de certa forma, contribuições e inovações da ciência na saúde são na maioria lideradas por homens, as mulheres são excluídas desse cenário. Assim, o preconceito de gênero da nação dificulta o reconhecimento de grandes contribuições femininas.
Em segunda análise, outrossim, é a falha governamental e a negligência do Estado que se mantém em inércia para o desenvolvimento da mulher na área da ciência da saúde. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado proporcionar medidas que auxiliem o progresso a coletividade. Nesse viés, é notório que a desigualdade de gênero enraizado no Brasil, está presente há séculos, como exemplo, as inúmeras ofensas e preconceitos sofridos por Rita Lobato Velho, primeira médica brasileira e que não recebeu muita visibilidade pela sau tese sobre a operação cesariana. Logo, é imprescindível que haja mudanças nesse cenário brasileiro.
Observação: Argumentos bons, porém não suficientes para uma explicação profunda dos problemas do tema. Aprofunde mais e problematize o quanto for necessário, você poderia ter trago a drama das mulheres durante o período da Revolução Industrial, Francesa, Da segunda guerra mundial, o impedimento do voto feminino no período da Grécia e Roma, etc.
Conclusão:
Portanto, visto os desafios para o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, medidas devem ser tomadas. É mister, que o Ministério da Educação (MEC) com suporte do Ministério da Mulher, deve inserir aulas, atividades lúdicas e palestras nas escolas com discussão às mulheres brasileiras. Por meio de semanas ou eventos que visem essa temática em específico, a fim de formar cidadãos menos machistas e conhecedores dos feitos das mulheres brasileiras, as quais farão que pessoas reconheçam as inovações das mulheres e desenvolverão crianças interessadas nessa área. Somente assim, tornaremos um Brasil com realidades contrárias a situação de Marie.
Observação: Cumpriu os 5elementos, está joia.
Extras:Creio que esse tema tem muita informação para ser abordado, mas por isso mesmo que é tão difícil de escolher uma que fique excelente. As vezes temos bloqueios criativos e a redação não fica do jeito que desejamos, faz parte! Continue escrevendo e bola pra frente.
Você é capaz, forte, dedicado(a) e merece ser feliz.
Só você pode transformar tudo a sua volta, os estudos abrem portas que o fazem mudar a você mesmo e consequentemente fazem do mundo um lugar melhor.
Continue firme.
Só você pode transformar tudo a sua volta, os estudos abrem portas que o fazem mudar a você mesmo e consequentemente fazem do mundo um lugar melhor.
Continue firme.