- 09 Fev 2023, 20:46
#109266
Inicialmente, se faz válido salientar que na “Idade Antiga” o poder do Estado estava relacionado à cultura, nesse contexto, a “Constituição Federal de 1988" aborda o direito e pleno exercício do acesso à cultura, entretanto, não é isso que acontece. Dessa forma, no que tange a respeito do acesso à cultura no Brasil, percebe-se a desigualdade estrutural e a inoperância do Estado, como principais problemáticas para tal conjuntura.
Em primeira análise, o Brasil se constituiu sob uma grande divisão social, marcas profundas da colonização portuguesa. Outrossim, a “Primeira Geração Modernista” trouxe a ruptura com o padrão artístico europeu, ainda na ótica da elite, tendo figuras como "Manuel Bandeira". Desse modo, percebe-se que historicamente a cultura perpassa questões econômicas, o público era camada social de grande capital, na "Semana de Arte Moderna" realizada no Teatro Municipal de São Paulo, poucos tinham acesso, tal como presentemente, a maior parte da população não frequenta espaços como cinemas e teatros.
Por conseguinte, vê-se que os principais centros, sejam privados ou públicos, relacionados à arte e, ou cultura, são de difícil acesso, por conta do valor e devido ao trajeto, outro motivo é o local onde estão inseridos, normalmente esses eventos ocorrem em centros urbanos, o que torna os gastos ainda maiores. Nesse sentido, “Paulo Freire - Educador brasileiro - Entendia que a educação pode transformar o mundo.” Decerto, a educação artística se faz importante para as crianças e sua formação enquanto cidadãos. Ademais, a constituição dos brasileiros enquanto seres sociais, tem impactos, devido a falta de acesso à cultura, uma vez que fatos históricos podem ser contados através desse meio.
Em síntese, para que o acesso à cultura chegue para todo o corpo social, é indubitável que iniciativas sejam implementadas. Destarte, cabe ao "Ministério da Educação", investir em projetos voltados à arte e cultura, através de premiações simbólicas, de apresentações, sejam de música, de poesia de teatro, entre outros. Logo, haverá o contato Inicial com a cultura, a constituição será exercida, e de fato o mundo será transformado, tal como traz Paulo Freire.
Em primeira análise, o Brasil se constituiu sob uma grande divisão social, marcas profundas da colonização portuguesa. Outrossim, a “Primeira Geração Modernista” trouxe a ruptura com o padrão artístico europeu, ainda na ótica da elite, tendo figuras como "Manuel Bandeira". Desse modo, percebe-se que historicamente a cultura perpassa questões econômicas, o público era camada social de grande capital, na "Semana de Arte Moderna" realizada no Teatro Municipal de São Paulo, poucos tinham acesso, tal como presentemente, a maior parte da população não frequenta espaços como cinemas e teatros.
Por conseguinte, vê-se que os principais centros, sejam privados ou públicos, relacionados à arte e, ou cultura, são de difícil acesso, por conta do valor e devido ao trajeto, outro motivo é o local onde estão inseridos, normalmente esses eventos ocorrem em centros urbanos, o que torna os gastos ainda maiores. Nesse sentido, “Paulo Freire - Educador brasileiro - Entendia que a educação pode transformar o mundo.” Decerto, a educação artística se faz importante para as crianças e sua formação enquanto cidadãos. Ademais, a constituição dos brasileiros enquanto seres sociais, tem impactos, devido a falta de acesso à cultura, uma vez que fatos históricos podem ser contados através desse meio.
Em síntese, para que o acesso à cultura chegue para todo o corpo social, é indubitável que iniciativas sejam implementadas. Destarte, cabe ao "Ministério da Educação", investir em projetos voltados à arte e cultura, através de premiações simbólicas, de apresentações, sejam de música, de poesia de teatro, entre outros. Logo, haverá o contato Inicial com a cultura, a constituição será exercida, e de fato o mundo será transformado, tal como traz Paulo Freire.
- 12 Ago 2023, 22:08
#120557
Boa noite, jovem. É válido falar sobre o excesso de aspas que utilizou de forma totalmente desnecessária, foi a primeira coisa que me chamou a atenção em seu texto.
Seu texto foi lido e avaliado. Meu caro, deixo uma sugestão: procure estudar melhor a estrutura de redação, como ela funciona, quais são os pontos-chave, além de dar um up na língua portuguesa.
Nota: 600
Introdução
1. Ok, introduziu o tema salientando a analogia entre a Idade Antiga e Contemporânea, porém o faz de maneira superficial, como quando cita a relação entre Estado e cultura, ou seja, joga essa informação no texto sem a explicar.
2. Não entendi o porquê de separar "desigualdade estrutural e a inoperância do Estado" de "como principais [...]" usando a vírgula.
1o Desenvolvimento
1. Seu tópico frasal, isto é, o período inicial do parágrafo, quer explicar a ideia mas não cumpre com isso e, novamente, joga apenas a informação.
2. Poderia ter relacionado melhor a ideia central com o repertório, ficou bem vago.
2o Desenvolvimento
1. Vírgula sem nexo em "[...] relacionados à arte e, ou cultura", que mesmo assim continua não sendo muito coeso. Sugiro trocar por "[...] relacionados à arte ou à cultura."
2. Tópico frasal grande demais. Aqui, é necessário sintetizar a ideia do parágrafo inteiro sem entrar em minúncias de "por conta de" ou essas questões.
3. Travessões não servem para isolar o aposto, não para a função a que quis atribui-lo em "Paulo Freire - educador brasileiro - [...]". Troque por vírgulas.
4. Dá impressão que seu repertório está ali somente para encher linguiça e não ajudam a embasar seu ponto de vista. Melhore a relação tese-repertório.
5. Não separe sujeito de verbo em orações como feito em "a constituição dos brasileiros [...], tem impactos".
6. Devido À falta.
Conclusão
1. O parágrafo da conclusão necessita essencialmente de duas coisas (quando se diz de redação modelo Enem): a conclusão propriamente dita, que irá resumir brevemente os dois pontos de vista, e a proposta de intervenção, que conta com agente, detalhamento do agente, ação (o que ele faz), modo/meio (por meio de) e efeito/finalidade (a fim de).
Seu último parágrafo deixa de resumir sua tese de desenvolvimento e omite dois elementos da proposta: detalhamento do agente e finalidade.
2. De novo, não separa-se sujeito de verbo como feito em "cabe ao Ministério da Educação, investir [...]".
Seu texto foi lido e avaliado. Meu caro, deixo uma sugestão: procure estudar melhor a estrutura de redação, como ela funciona, quais são os pontos-chave, além de dar um up na língua portuguesa.
Nota: 600
Introdução
1. Ok, introduziu o tema salientando a analogia entre a Idade Antiga e Contemporânea, porém o faz de maneira superficial, como quando cita a relação entre Estado e cultura, ou seja, joga essa informação no texto sem a explicar.
2. Não entendi o porquê de separar "desigualdade estrutural e a inoperância do Estado" de "como principais [...]" usando a vírgula.
1o Desenvolvimento
1. Seu tópico frasal, isto é, o período inicial do parágrafo, quer explicar a ideia mas não cumpre com isso e, novamente, joga apenas a informação.
2. Poderia ter relacionado melhor a ideia central com o repertório, ficou bem vago.
2o Desenvolvimento
1. Vírgula sem nexo em "[...] relacionados à arte e, ou cultura", que mesmo assim continua não sendo muito coeso. Sugiro trocar por "[...] relacionados à arte ou à cultura."
2. Tópico frasal grande demais. Aqui, é necessário sintetizar a ideia do parágrafo inteiro sem entrar em minúncias de "por conta de" ou essas questões.
3. Travessões não servem para isolar o aposto, não para a função a que quis atribui-lo em "Paulo Freire - educador brasileiro - [...]". Troque por vírgulas.
4. Dá impressão que seu repertório está ali somente para encher linguiça e não ajudam a embasar seu ponto de vista. Melhore a relação tese-repertório.
5. Não separe sujeito de verbo em orações como feito em "a constituição dos brasileiros [...], tem impactos".
6. Devido À falta.
Conclusão
1. O parágrafo da conclusão necessita essencialmente de duas coisas (quando se diz de redação modelo Enem): a conclusão propriamente dita, que irá resumir brevemente os dois pontos de vista, e a proposta de intervenção, que conta com agente, detalhamento do agente, ação (o que ele faz), modo/meio (por meio de) e efeito/finalidade (a fim de).
Seu último parágrafo deixa de resumir sua tese de desenvolvimento e omite dois elementos da proposta: detalhamento do agente e finalidade.
2. De novo, não separa-se sujeito de verbo como feito em "cabe ao Ministério da Educação, investir [...]".