- 12 Fev 2023, 23:16
#109541
O período colonial foi marcado por atos de coação na tentativa de converter os povos originários brasileiros ao cristianismo. Essa desculpa de propagar a fé católica traz preconceitos enraizados até os dias atuais, que resultam na intolerância religiosa na nossa sociedade. Dessa forma, observa-se que a liberdade de crença nacional reflete tanto um cenário histórico, quanto na lenta mentalidade social, por essa razão faz necessário pautar o continuísmo do preconceito religioso.
Em primeiro plano, temos que visar a influência das mídias sociais, nos pensamentos preconceituosos da população. Um exemplo disso foi o atentado às torres gémeas de 2001, que marcou os Estados Unidos e fez com que muitas pessoas tivessem medo da religião islâmica, em um contexto geral. Adorno, filósofo formado na escola de Frankfurt, diz que a mídia cria certos estereótipos que tiram a liberdade de pensamentos, forçando imagens, muitas vezes errôneas, em suas mentes. Esses ideais enraizados geram uma normalidade na imposição de pensamentos, excluindo o sincretismo religioso, e deixando a nomeação de estado laico para trás.
Sob esse viés, é notório que a intolerância religiosa burla preceitos constitucionais. Na constituição de 1988, assegura que nenhum cidadão será privado pela sua crença. Entretanto, sabemos que ainda ocorrem casos de descriminação e atos de segregação de indivíduos pelas suas opiniões religiosas. Toda essa mentalidade social de inferiorização de um grupo, deixa irrefutável como nossa sociedade vem de um passado hostil, que causa manchas até os dias de hoje.
Fica exposto, portanto, a necessidade de medidas para erradicar a intolerância religiosa no nosso país. Cabe aos cidadãos e instituições privadas repudiar a inferiorização de uma parcela da população pelos seus ideais religiosos, por meio de debates nas mídias sociais capazes de alertar seus ouvintes da desconstrução de uma religião dominante. É imperativo que o estado seja mais efetivo na cumprimento das leis a favor da liberdade religiosa, assegurando um estado laico, quebrando paradigmas do período colonial na nossa sociedade.
Em primeiro plano, temos que visar a influência das mídias sociais, nos pensamentos preconceituosos da população. Um exemplo disso foi o atentado às torres gémeas de 2001, que marcou os Estados Unidos e fez com que muitas pessoas tivessem medo da religião islâmica, em um contexto geral. Adorno, filósofo formado na escola de Frankfurt, diz que a mídia cria certos estereótipos que tiram a liberdade de pensamentos, forçando imagens, muitas vezes errôneas, em suas mentes. Esses ideais enraizados geram uma normalidade na imposição de pensamentos, excluindo o sincretismo religioso, e deixando a nomeação de estado laico para trás.
Sob esse viés, é notório que a intolerância religiosa burla preceitos constitucionais. Na constituição de 1988, assegura que nenhum cidadão será privado pela sua crença. Entretanto, sabemos que ainda ocorrem casos de descriminação e atos de segregação de indivíduos pelas suas opiniões religiosas. Toda essa mentalidade social de inferiorização de um grupo, deixa irrefutável como nossa sociedade vem de um passado hostil, que causa manchas até os dias de hoje.
Fica exposto, portanto, a necessidade de medidas para erradicar a intolerância religiosa no nosso país. Cabe aos cidadãos e instituições privadas repudiar a inferiorização de uma parcela da população pelos seus ideais religiosos, por meio de debates nas mídias sociais capazes de alertar seus ouvintes da desconstrução de uma religião dominante. É imperativo que o estado seja mais efetivo na cumprimento das leis a favor da liberdade religiosa, assegurando um estado laico, quebrando paradigmas do período colonial na nossa sociedade.