- 20 Abr 2023, 22:16
#114301
Em Wall-e, animação produzida pela Disney, há uma breve e trágica representação futurística, onde, enquanto o planeta está em ruínas, os seres humanos estão no espaço, cercados por tecnologias e obesos. O filme faz um paralelo direto com os problemas comportamentais observados em crianças protagonistas de um novo mundo repleto de telas. Danos relacionados ao cérebro e ao corpo configuram jovens de aparência curvados olhos vidrados, que tem a mente comprometida, tornando-se fraca, e corpo também, fazendo jus ao ditado popular:"Mente forte não ocupa corpo fraco".
De fato, a negligência parental está vinculada com os problemas mentais presentes na formação infantil. Isso, é, pela ótica do escritor brasileiro Antônio Xerxenesky, configurado como uma espécie de "abandono de incapaz", quando o adulto, corrompido pela influência das redes sociais e tecnologia excessiva, acaba vendo nos meios tecnológicos uma forma de "combater" comportamentos normais infantis. A socialização normal é substituída por jogos, aparelhos supermodernos e o ambiente torna-se virtual, prejudicando o cérebro, que se torna monótono e o corpo, que fica doente e se adapta ao anormal. A partir disso, é inegável dizer que crise em que se encontra o ciclo de crescimento do ser humano moderno está em seus antepassados, que, após se tornarem usuários viciados, passam a oferecer o vício como solução a algo que julgam ser um problema.
Ademais, o vício nos veículos tecnológicos por parte das crianças traz, além do desenvolvimento cerebral limitado, um corpo doente. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais da metade do grupo infantil com acesso a aparelhos digitais tem algum problema de saúde, isto é, 57%. O consumo descontrolado desses mecanismos acarreta consigo um tipo de "sedativo" ao cérebro, onde o mesmo, com olhos vidrados na tela, não percebe do que ou quando se alimenta, nutre a fraqueza de um corpo jovem demais para estar morrendo.
Portanto, é explícito que o excesso de tecnologias traz danos difíceis de reparar. É obrigação do Ministério Infantil propagar orientações aos pais, a fim de diminuir o impacto causado. Para pais jovens, as instituições públicas de ensino devem receber capacitação adequada para, então, orientar os responsáveis dos riscos do alto consumo de aparelhos digitais. Por fim, cabe ao governo evitar a existência de um mundo ignorado e abandonado, como em Wall-e. Mentes enfraquecidas pelo mundo moderno devem ser transformadas em mentes, e corpos, fortes.
De fato, a negligência parental está vinculada com os problemas mentais presentes na formação infantil. Isso, é, pela ótica do escritor brasileiro Antônio Xerxenesky, configurado como uma espécie de "abandono de incapaz", quando o adulto, corrompido pela influência das redes sociais e tecnologia excessiva, acaba vendo nos meios tecnológicos uma forma de "combater" comportamentos normais infantis. A socialização normal é substituída por jogos, aparelhos supermodernos e o ambiente torna-se virtual, prejudicando o cérebro, que se torna monótono e o corpo, que fica doente e se adapta ao anormal. A partir disso, é inegável dizer que crise em que se encontra o ciclo de crescimento do ser humano moderno está em seus antepassados, que, após se tornarem usuários viciados, passam a oferecer o vício como solução a algo que julgam ser um problema.
Ademais, o vício nos veículos tecnológicos por parte das crianças traz, além do desenvolvimento cerebral limitado, um corpo doente. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais da metade do grupo infantil com acesso a aparelhos digitais tem algum problema de saúde, isto é, 57%. O consumo descontrolado desses mecanismos acarreta consigo um tipo de "sedativo" ao cérebro, onde o mesmo, com olhos vidrados na tela, não percebe do que ou quando se alimenta, nutre a fraqueza de um corpo jovem demais para estar morrendo.
Portanto, é explícito que o excesso de tecnologias traz danos difíceis de reparar. É obrigação do Ministério Infantil propagar orientações aos pais, a fim de diminuir o impacto causado. Para pais jovens, as instituições públicas de ensino devem receber capacitação adequada para, então, orientar os responsáveis dos riscos do alto consumo de aparelhos digitais. Por fim, cabe ao governo evitar a existência de um mundo ignorado e abandonado, como em Wall-e. Mentes enfraquecidas pelo mundo moderno devem ser transformadas em mentes, e corpos, fortes.