- 30 Abr 2023, 00:23
#114865
Na obra "A República", o filosofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens e problemas, em que o povo trabalha em conjunto para superar todos os obstáculos, Fora da ilustre produção literária, com ênfase na sociedade brasileira hodierna, percebe-se o oposto dos ideas de Platão, visto que o/a (TEMA) representa um obstáculo de grandes proporções. Assim, é notório que esse cenário antagónico é fruto tanto das falsas informações causadas pelos esteriótipos negativos, quanto da história do Brasil com a expansão do cristianismo.
Em primeira análise, é imperioso analisar a ausência de medidas governamentais para combater o racismo, quem mais sofre intolerância religiosa são pessoas negras, em maior escala, são adeptos das religiões de matriz africana, como umbanda e o candomblé. De acordo com o artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os individuos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, porém esse preceito não é concretizado na sociedade, uma vez que o Estado não cria medidas públicas voltadas ao racismo e, como consequência dessa negligência, 9% das ocorrências desses atos são praticados dentro de casa e 25% de todos os agressores são identificados como brancos, os ataques á religião podem ser usados contra aquele determinado povo que á praticam. Dessa forma, fica claro, que as autoridades, com urgência, precisam mudar o seu posicionamento diante do impasse.
Outrossim, é crucial explorar o efeito da xenofobia como outro agente influenciador do revés. Desde a Antiguidade, a xenofobia existe, não é recente essa intolerância contra culturas e nacionalidades diferentes, causado pela expansão e exploração europeia aumentando cadê vez mais antigamente.Diante desse pressuposto, percebe-se uma realidade cruel: imigrantes que são discriminados pelas suas origens.
Infere-se, portanto, que è imprescindível a mitigação dos desafios para combater a intolerância religiosa. Assim, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania - órgão governamental responsável pela proteção dos direitos humanos - deve criar, mediante verbas governamentais, campanhas com o objetivo e ideia que os migrantes fazem parte da história do Brasil trazendo a consciência da nossa cultura e identidade, mostrando que o Brasil é uma oportunidade de ser viver. Isso pode ser feito por meio de profissionais da área de instituições, em lugares como ruas, escolas, levando até área com pouco acesso, publicar em redes sociais, de modo a utilizar a história como ensinamento a paz mundial, a fim de combater os demais problemas sociais esquecidos. Com essa ação, a sociedade brasileira poderá chegar perto das convicções platónicas e, além disso, alcançar o bem-estar social.
Em primeira análise, é imperioso analisar a ausência de medidas governamentais para combater o racismo, quem mais sofre intolerância religiosa são pessoas negras, em maior escala, são adeptos das religiões de matriz africana, como umbanda e o candomblé. De acordo com o artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os individuos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, porém esse preceito não é concretizado na sociedade, uma vez que o Estado não cria medidas públicas voltadas ao racismo e, como consequência dessa negligência, 9% das ocorrências desses atos são praticados dentro de casa e 25% de todos os agressores são identificados como brancos, os ataques á religião podem ser usados contra aquele determinado povo que á praticam. Dessa forma, fica claro, que as autoridades, com urgência, precisam mudar o seu posicionamento diante do impasse.
Outrossim, é crucial explorar o efeito da xenofobia como outro agente influenciador do revés. Desde a Antiguidade, a xenofobia existe, não é recente essa intolerância contra culturas e nacionalidades diferentes, causado pela expansão e exploração europeia aumentando cadê vez mais antigamente.Diante desse pressuposto, percebe-se uma realidade cruel: imigrantes que são discriminados pelas suas origens.
Infere-se, portanto, que è imprescindível a mitigação dos desafios para combater a intolerância religiosa. Assim, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania - órgão governamental responsável pela proteção dos direitos humanos - deve criar, mediante verbas governamentais, campanhas com o objetivo e ideia que os migrantes fazem parte da história do Brasil trazendo a consciência da nossa cultura e identidade, mostrando que o Brasil é uma oportunidade de ser viver. Isso pode ser feito por meio de profissionais da área de instituições, em lugares como ruas, escolas, levando até área com pouco acesso, publicar em redes sociais, de modo a utilizar a história como ensinamento a paz mundial, a fim de combater os demais problemas sociais esquecidos. Com essa ação, a sociedade brasileira poderá chegar perto das convicções platónicas e, além disso, alcançar o bem-estar social.