- 08 Mai 2023, 14:36
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Durante a Primeira República, a Constituição de 1891 proibia que analfabetos, líderes religiosos, mendigos e menores de 21 anos, participassem das eleições. Além disso, a elite oligárquica dominava o cenário político, o que dificultava a participação da população mais carente. Atualmente, com o emprego da Constituição de 1988, a participação da população na temática vem crescendo. Todavia, a população mais jovem, no quesito participação social, vem apresentando decréscimos ao longo do tempo. Segundo o filosofo Aristóteles, ser cidadão é ter uma vida política ativa.
Primordialmente, vale destacar a exclusão social de certos indivíduos por conta da marginalização dos mesmos. Destaca-se o caso das Severinas, mulheres sertanejas que, por não terem acesso aos recursos básicos para a sobrevivência, acabam sendo vistas como inativas socialmente. Desse modo, se uma sociedade não apresenta oportunidades igualitárias a todos, a mesma possui carências na sua estrutura política e social. Dessarte, acostumados com o sistema desigual ao qual são expostos, esses tornam-se alheios a dor do próximo.
Visto isso, manifestantes pacíficos que lutam pela garantia de seus direitos, são brutalmente dispersados pela ação policial, tornando a população cada vez menos participativa dentre o campo social, uma vez que, impedidos de exercerem sua democracia, acabam lutando cada vez menos pelos seus direitos. Portanto, faz-se necessário a imposição do cidadão na temática. Assim, a sociedade será menos individualista, tornando-os participativos nas lutas sociais.
Diante do exposto, é imprescindível que, o sistema educacional, juntamente ás Secretarias Estaduais, fortaleçam o ensino filosófico e social nas escolas, seja por meio de debates ou estudos científicos. Desse modo, a sociedade apresentará indivíduos mais críticos e participativos, tornando a população mais participativa. Paralelamente, o Estado em conjunto ao Ministério das Comunicações, devem propagar campanhas, através das mídias sociais, instigando a população a participar de debates e campanhas que visem a melhoria das condições humanas.
Primordialmente, vale destacar a exclusão social de certos indivíduos por conta da marginalização dos mesmos. Destaca-se o caso das Severinas, mulheres sertanejas que, por não terem acesso aos recursos básicos para a sobrevivência, acabam sendo vistas como inativas socialmente. Desse modo, se uma sociedade não apresenta oportunidades igualitárias a todos, a mesma possui carências na sua estrutura política e social. Dessarte, acostumados com o sistema desigual ao qual são expostos, esses tornam-se alheios a dor do próximo.
Visto isso, manifestantes pacíficos que lutam pela garantia de seus direitos, são brutalmente dispersados pela ação policial, tornando a população cada vez menos participativa dentre o campo social, uma vez que, impedidos de exercerem sua democracia, acabam lutando cada vez menos pelos seus direitos. Portanto, faz-se necessário a imposição do cidadão na temática. Assim, a sociedade será menos individualista, tornando-os participativos nas lutas sociais.
Diante do exposto, é imprescindível que, o sistema educacional, juntamente ás Secretarias Estaduais, fortaleçam o ensino filosófico e social nas escolas, seja por meio de debates ou estudos científicos. Desse modo, a sociedade apresentará indivíduos mais críticos e participativos, tornando a população mais participativa. Paralelamente, o Estado em conjunto ao Ministério das Comunicações, devem propagar campanhas, através das mídias sociais, instigando a população a participar de debates e campanhas que visem a melhoria das condições humanas.