- 08 Mai 2023, 17:05
#115377
Zymunt Bauman defende que "não são as crises, que mudam o mundo, é sim, nossa relações a elas". No entanto não é possível, verificar á reação interativa na desvalorização dos idosos, que uma questão antiga que a sociedade persiste a excluí-los por conta do preconceito. Então,deve-se traçar estratégias a partir da atuação nas causas do problema na falta de representatividade e a influência da mentalidade social.
Dessa forma, em primeira analise, a lacuna de representatividade e um desafio na questão. Para Rupi Kaur, " a representatividade é vital". Porém há um hiato absurdo na representação da desvalorização do idoso, visto que, ocorre que os ancião são desvalorizados por que a representatividade desse grupo está enfraquecida, associa- se a terceira idade como um momento inutilidade ou incómodo. Assim, é preciso que a representatividade seja vista como algo vital.
Em paralelo a influência da mentalidade social tange ao problema. Chimanda Adiche, defende que " a cultura não faz as pessoas; as pessoas fazem a cultura". Tal perspectiva a ponta para responsabilidade individual de mudar o pensamento coletivo sobre a desvalorização do idoso. Nessa visão o ponto de vista e especialmente estereoipados prejudicam este grupo que acabam limitando as interações sociais, por exemplo que o envelhecimento está associado a pior saúde mental é física que muitas vezes a própria família lhe o abandona pelo fato de ser inoportunos. Nesse modo é preciso suscitar ação individual para construção social desejada.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o Governo deve criar o dia cultural do idoso por meio de comunicação e profissionais estimulando palestra sobre o assunto, e proliferar um programa para idosos mostrando que a terceira idade é só mais uma fase da vida. Paralelamente é preciso intervir sobre a influência mentalidade social.
Dessa forma, será possível lidar da melhor maneira a crise, como defendeu Bauman
Dessa forma, em primeira analise, a lacuna de representatividade e um desafio na questão. Para Rupi Kaur, " a representatividade é vital". Porém há um hiato absurdo na representação da desvalorização do idoso, visto que, ocorre que os ancião são desvalorizados por que a representatividade desse grupo está enfraquecida, associa- se a terceira idade como um momento inutilidade ou incómodo. Assim, é preciso que a representatividade seja vista como algo vital.
Em paralelo a influência da mentalidade social tange ao problema. Chimanda Adiche, defende que " a cultura não faz as pessoas; as pessoas fazem a cultura". Tal perspectiva a ponta para responsabilidade individual de mudar o pensamento coletivo sobre a desvalorização do idoso. Nessa visão o ponto de vista e especialmente estereoipados prejudicam este grupo que acabam limitando as interações sociais, por exemplo que o envelhecimento está associado a pior saúde mental é física que muitas vezes a própria família lhe o abandona pelo fato de ser inoportunos. Nesse modo é preciso suscitar ação individual para construção social desejada.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o Governo deve criar o dia cultural do idoso por meio de comunicação e profissionais estimulando palestra sobre o assunto, e proliferar um programa para idosos mostrando que a terceira idade é só mais uma fase da vida. Paralelamente é preciso intervir sobre a influência mentalidade social.
Dessa forma, será possível lidar da melhor maneira a crise, como defendeu Bauman