- 28 Mai 2023, 16:42
#116508
Na distopia "Estilhaça-me", a população é privada de acesso à informação, educação e, principalmente, cultura. Nessa lógica, o país que é mencionado na obra fere um direito que é legal aos indivíduos de uma nação. Sob essa ótica, o impasse se deve à restrição governamental e, como consequência, à ignorância populacional.
Primeiramente, nota-se que a restrição governamental é um fator que corrobora a problemática. Nesse sentido, o escritor Albert Campus diz que sem a cultura, a sociedade é privada de liberdade. Nesse viés, a continência da gestão do país aprisiona os cidadãos em uma falta de identificação com sua pátria, o qual não tem introdução sobre sua sapiciência. Assim, é imprescindível desatar tal antagonismo.
Em segunda instância, cita-se a ignorância populacional como consequência da temática. Nesse contexto, de acordo com o estudioso filósofo alemão Friedrich Hegel, "Somos frutos da nossa história". Dessa maneira, a falta de acesso aos bens culturais é fortalecida pela escassez de conhecimento de cidadãos, haja vista que, um povo sem cultura é um povo sem conhecimento, logo, um povo sem história.
Portanto, quando o acesso aos bens culturais no país é restrito a comunidade, urge a necessidade de solucionar o problema. Logo, cabe ao Ministério da Cultura, por meio de campanhas e ações comunitárias, promover eventos culturais que ensinem sobre a história da sociedade, com a finalidade de erradicar o apadeutismo instaurado no país. Dessa forma, a coletividade ficará bem informada sobre seu passado, seus costumes e tradições, e será uma sociedade frutífera, como menciona Hegel.
Primeiramente, nota-se que a restrição governamental é um fator que corrobora a problemática. Nesse sentido, o escritor Albert Campus diz que sem a cultura, a sociedade é privada de liberdade. Nesse viés, a continência da gestão do país aprisiona os cidadãos em uma falta de identificação com sua pátria, o qual não tem introdução sobre sua sapiciência. Assim, é imprescindível desatar tal antagonismo.
Em segunda instância, cita-se a ignorância populacional como consequência da temática. Nesse contexto, de acordo com o estudioso filósofo alemão Friedrich Hegel, "Somos frutos da nossa história". Dessa maneira, a falta de acesso aos bens culturais é fortalecida pela escassez de conhecimento de cidadãos, haja vista que, um povo sem cultura é um povo sem conhecimento, logo, um povo sem história.
Portanto, quando o acesso aos bens culturais no país é restrito a comunidade, urge a necessidade de solucionar o problema. Logo, cabe ao Ministério da Cultura, por meio de campanhas e ações comunitárias, promover eventos culturais que ensinem sobre a história da sociedade, com a finalidade de erradicar o apadeutismo instaurado no país. Dessa forma, a coletividade ficará bem informada sobre seu passado, seus costumes e tradições, e será uma sociedade frutífera, como menciona Hegel.
- 20 Mai 2024, 16:59
#129701
- Repetição de palavras e artigos mais de 3 vezes.
- Faltou a nacionalidade do escritor, e faltou o nome do escritor de "Estilhaça-me" e a nacionalidade dele.
- Faltou retomar os dois argumentos na conclusão.
Ficou boa e curtinha, interessante.

- Faltou a nacionalidade do escritor, e faltou o nome do escritor de "Estilhaça-me" e a nacionalidade dele.
- Faltou retomar os dois argumentos na conclusão.
Ficou boa e curtinha, interessante.
A prática meticulosa e a correção criteriosa caminham lado a lado rumo à perfeição.