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Por Jeniferker
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#117048
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante no país, prevê em seu artigo 5º o direito a igualdade como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, a tal prerrogativa não tem se reverberando com ênfase, na prática, quando se observa o trabalho escravo no Brasil contemporâneo, dificultando, deste modo a universalização desse direito social tão importante. Indivíduos de grandes centros populacionais, os quais monopolizam cultura, mídia e economia, que manifestam algum tipo de aversão ao sotaque ou ao regionalismo. Diante dessas perspectivas, faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o fator desse preconceito, nesse sentido o preconceito linguístico, é de reprovação, repulsa e desrespeitos. Infelizmente no Brasil o preconceito linguístico é muito notável e perspectivo em alguns âmbitos. Essa conjuntura segundo as ideias do filósofo contratualmente John Locke configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensável, como Educação, igualdade e à providência social, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar os membros das classes mais pobres, ao serem discriminados apenas pelas variedades linguísticas mais informal e, de menor prestígio respectivamente a pouco acesso a limitado a educação formal e cultural. “O mais escandalosos dos escândalos é que nos habituamos a eles”. A afirmação, atribuída a filósofa francesa Simone de Beauvoir, pode ser facilmente aplicado ao preconceito, já que mais escandalosas do que a ocorrência dessa problemática é o fato da população se habituar a essa realidade.

Desprende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que a campanha desenvolva criar palestra como meio de prevenção, por intermédio de deter esse preconceito e passar adiante o que deve ou não fazer começando pelas crianças a fim de combater esse preconceito notório. Assim, se consolidará uma sociedade mais convidativa e consequentemente melhor, onde o estado desempenha seu "contrato social" tal como afirma John Locke.
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