- 12 Jun 2023, 13:51
#117276
Na construção da história da nação brasileira, a escravidão e o preconceito, dentre outros, caracterizaram-se como acontecimentos os quais afetam até a gerações atuais. Com isso, entende-se que as inúmeras problemáticas socioestruturais existentes não são única e exclusivamente de responsabilidade governamental, estendendo-se também aos civis. Dessa forma, o exercício da cidadania e a participação social tornam-se relevantes para sanar revezes os quais impendem o país de avançar.
A princípio, é preciso analisar que cidadania não se compõe somente de direitos e benefícios diversos, caracterizando-se igualmente pelos deveres. Vale ressaltar que tal termo possui origem na Grécia Antiga, berço da democracia, na qual os indivíduos considerados cidadãos deliberavam acerca de questões referentes ao local. No entanto, com a instituição de sociedades mais complexas, tornou-se essencial a eleição de representantes, fator o qual, principalmente na contemporaneidade, tem contribuído para o afastamento das pessoas em relação a questões públicas. Sob essa lógica, ser cidadão significa estar imbuído de responsabilidade para com a comunidade a qual pertence.
Ademais, convém compreender que a participação comunitária pode ser promovida por diversos meios dentro das esferas do poder legislativo, judiciário e executivo. As denominadas Organizações da Sociedade Civil (OSC), por exemplo, atuam sem almejar lucros, com o fito de atender a interesses públicos através de ações voltadas à educação saúde, saúde e outros mais. Nesse sentido, cabe aos indivíduos o apoio a tais empreendimentos, seja se associando ou cooperando na difusão do conhecimento sobre elas. É caracterizado, assim, uma postura mais ativa do indivíduo na sociedade.
Depreende-se, portanto, que a ampla existência de agruras no país deve ser entendida como um ônus geral. A fim de solucionar escassa atenção das massas a esse respeito, considera-se que as organizações sem fins lucrativos (ONGs), utilizando a mídia como canal, fomentem a importância da intervenção civil na administração pública. Somente assim ter-se-á uma nação que zele por seus cidadãos.
A princípio, é preciso analisar que cidadania não se compõe somente de direitos e benefícios diversos, caracterizando-se igualmente pelos deveres. Vale ressaltar que tal termo possui origem na Grécia Antiga, berço da democracia, na qual os indivíduos considerados cidadãos deliberavam acerca de questões referentes ao local. No entanto, com a instituição de sociedades mais complexas, tornou-se essencial a eleição de representantes, fator o qual, principalmente na contemporaneidade, tem contribuído para o afastamento das pessoas em relação a questões públicas. Sob essa lógica, ser cidadão significa estar imbuído de responsabilidade para com a comunidade a qual pertence.
Ademais, convém compreender que a participação comunitária pode ser promovida por diversos meios dentro das esferas do poder legislativo, judiciário e executivo. As denominadas Organizações da Sociedade Civil (OSC), por exemplo, atuam sem almejar lucros, com o fito de atender a interesses públicos através de ações voltadas à educação saúde, saúde e outros mais. Nesse sentido, cabe aos indivíduos o apoio a tais empreendimentos, seja se associando ou cooperando na difusão do conhecimento sobre elas. É caracterizado, assim, uma postura mais ativa do indivíduo na sociedade.
Depreende-se, portanto, que a ampla existência de agruras no país deve ser entendida como um ônus geral. A fim de solucionar escassa atenção das massas a esse respeito, considera-se que as organizações sem fins lucrativos (ONGs), utilizando a mídia como canal, fomentem a importância da intervenção civil na administração pública. Somente assim ter-se-á uma nação que zele por seus cidadãos.