- 23 Jun 2023, 17:32
#118005
A personagem Dóris, interpretada por Regiane Alves em "Mulheres Apaixonadas, novela da Rede Globo, ganhou repercussão nacional pela forma agressiva que tratava seus avós, com gritos e xigamentos. Em semelhança com a realidade dos ascestrais da protagonista, está a de muitos brasileiros, visto que a violência contra o idoso se faz presente no país através do etarismo e de abusos cometidos, muitas vezes, pelos próprios parentes das vítimas. Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que essa problemática seja resolvida.
Primeiramente, o etarismo, isto é, o preconceito com a idade, fomenta a violência contra pessoas de idade mais avançada. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, os idosos são os que mais sofrem com a falta de vagas. Isso se dá, pois, especialmente após a Revolução Industrial, construiu-se a ideia de que as pessoas idosas eram "inúteis" para o sistema econômico e social. Logo, o etarismo colabora para segregação desse grupo, já que prejudica a implementação de seus direitos fundamentais e, por consequência, dificultando o exercício da cidadania.
Ademais, os abusos cometidos contra essa coletividade que, majoritariamente, são praticados pelos próprios familiares, contam como um agravante dessa questão. De acordo com os dados da Fiocruz, mais de 60% dos casos de violência contra a pessoa idosa ocorrem dentro de casa. Isso acontece através do abandono, agressões verbais, físicas ou psicológicas e, também, da exploração financeira do idoso por parte do cuidador. Consequentemente, o sênior é negligenciado e suas necessidades não são atendidas, interferindo no seu bem-estar.
Portanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania promover a inclusão e combate à violência contra essa classe, por meio de atividades intergeracionais nos espaços públicos e, conjuntamente aos veículos midiáticos, exibir reportagens sobre o assunto, a fim de conscientizar e incentivar as denúncias de maus-tratos. Por último, o Ministério Público deve realizar a fiscalização dos asilos, através de visitas periódicas, com o fito de detectar possíveis violências e puní-los efetivamente. Assim, a violência contra o idoso no Brasil estará resolvida.
Primeiramente, o etarismo, isto é, o preconceito com a idade, fomenta a violência contra pessoas de idade mais avançada. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, os idosos são os que mais sofrem com a falta de vagas. Isso se dá, pois, especialmente após a Revolução Industrial, construiu-se a ideia de que as pessoas idosas eram "inúteis" para o sistema econômico e social. Logo, o etarismo colabora para segregação desse grupo, já que prejudica a implementação de seus direitos fundamentais e, por consequência, dificultando o exercício da cidadania.
Ademais, os abusos cometidos contra essa coletividade que, majoritariamente, são praticados pelos próprios familiares, contam como um agravante dessa questão. De acordo com os dados da Fiocruz, mais de 60% dos casos de violência contra a pessoa idosa ocorrem dentro de casa. Isso acontece através do abandono, agressões verbais, físicas ou psicológicas e, também, da exploração financeira do idoso por parte do cuidador. Consequentemente, o sênior é negligenciado e suas necessidades não são atendidas, interferindo no seu bem-estar.
Portanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania promover a inclusão e combate à violência contra essa classe, por meio de atividades intergeracionais nos espaços públicos e, conjuntamente aos veículos midiáticos, exibir reportagens sobre o assunto, a fim de conscientizar e incentivar as denúncias de maus-tratos. Por último, o Ministério Público deve realizar a fiscalização dos asilos, através de visitas periódicas, com o fito de detectar possíveis violências e puní-los efetivamente. Assim, a violência contra o idoso no Brasil estará resolvida.
"Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende" - Leonardo da Vinci
- 23 Jun 2023, 17:37
#118006
"Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende" - Leonardo da Vinci