- 23 Jun 2023, 18:35
#118010
Em 16 de Janeiro de 1888, Joao Batista Drummond fundou, no Rio de Janeiro, com o objetivo de proporcionar entretenimento, o primeiro zoológico do Brasil. Com a evolução da sociedade, surgiu-se a mentalidade de preservação dos animais neste ambiente, porém, tal ideia não se concretiza, uma vez que há desrespeito aos animais neles. Este lastimável panorama é calcado no desinteresse aos animais e tem como consequência a irresponsabilidade dos proprietários.
De início, há de se constar o desinteresse aos animais por parte dos proprietários. Acerca disso, o filósofo e defensor dos direitos dos animais, Peter Singer, em seu livro "Libertação Animal", argumenta sobre a situação dos animais em zoológicos, levantando questões sobre o bem-estar animal, como os problemas de saúde por estarem confinados neste tipo de ambiente. Sob este pensamento, é perceptível que a função dos zoológicos não é a preservação animal, mas sim uma tentativa de lucrar sobre os mesmos através dos visitantes, tornando-os apenas uma ferramenta de ganho de capital.
Por conseguinte, engendra-se a irresponsabilidade de seus donos. Por isso, segundo o portal World Animal Protection, em 2019, mais de 10 dos principais zoológicos e aquários do mundo já praticaram maus-tratos aos animais. Tais dados ocorrem por um viés de superioridade do ser humano, que submetem os animais neste tipo de situação por acharem suas vidas fúteis ou para gerar uma espécie de "respeito" na relação entre eles. Logo, é evidente que irresponsabilidade dos gestores causa um descaso com os animais.
Por fim, é necessário a omissão do Estado no problema. Assim, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a fim de melhorar o ambiente dos animais nos zoológicos, dar uma melhor condição a eles, por meio de investimento de capital, implementando ambientes mais adaptados aos animais e profissionais mais capacitados, para combater melhor casos de estresse, tédio, falta de estimulação e dar mais qualidade e bem-estar para os animais. Assim, não haverá mais desrespeito aos animais nos zoológicos.
De início, há de se constar o desinteresse aos animais por parte dos proprietários. Acerca disso, o filósofo e defensor dos direitos dos animais, Peter Singer, em seu livro "Libertação Animal", argumenta sobre a situação dos animais em zoológicos, levantando questões sobre o bem-estar animal, como os problemas de saúde por estarem confinados neste tipo de ambiente. Sob este pensamento, é perceptível que a função dos zoológicos não é a preservação animal, mas sim uma tentativa de lucrar sobre os mesmos através dos visitantes, tornando-os apenas uma ferramenta de ganho de capital.
Por conseguinte, engendra-se a irresponsabilidade de seus donos. Por isso, segundo o portal World Animal Protection, em 2019, mais de 10 dos principais zoológicos e aquários do mundo já praticaram maus-tratos aos animais. Tais dados ocorrem por um viés de superioridade do ser humano, que submetem os animais neste tipo de situação por acharem suas vidas fúteis ou para gerar uma espécie de "respeito" na relação entre eles. Logo, é evidente que irresponsabilidade dos gestores causa um descaso com os animais.
Por fim, é necessário a omissão do Estado no problema. Assim, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a fim de melhorar o ambiente dos animais nos zoológicos, dar uma melhor condição a eles, por meio de investimento de capital, implementando ambientes mais adaptados aos animais e profissionais mais capacitados, para combater melhor casos de estresse, tédio, falta de estimulação e dar mais qualidade e bem-estar para os animais. Assim, não haverá mais desrespeito aos animais nos zoológicos.