- 30 Jun 2023, 12:37
#118385
Nos últimos anos o mundo vem passando por um período de avanços tecnológicos, o que foi chamado de "era digital". Entretanto, a excessiva exposição a telas e a grande diversidade de conteúdos expostos nos meios digitais são de grande risco para as crianças. De maneira análoga a isso, entende-se que o público infantil está mais sujeito as manipulações. Nesse prisma destacam-se dois pontos importantes: os impactos físicos causados pelo exagero tecnológico e as ameaças à integridade infantil.
Sob esse viés, é lícito destacar que, segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP), o vício gerado em prol aos meios digitais acarretam um sedentarismo generalizado que pode levar à obesidade infantil. Esse cenário pode ser visto na série norte-americana 'gay's anatomy', na qual em um dos seus episódios um garotinho é internado devido seu sobrepeso gerado pela falta da prática atividades físicas, substituídas pela televisão e vídeo-game. Dessa forma, faz-se necessária a reformulação da postura parental em relação ao tempo dedicado as telas e as práticas de atividades físicas como futebol, balé, natação, etc.
Além disso, é válido ressaltar que a escassez de restrições de uso das redes sociais podem causar maior acessibilidade de conteúdos impróprios para o público infantil e, até mesmo, à pedofilia. Um pesquisa feita em 2019 na rede social facebook, apontou que cerca de 47% das crianças que navegam na internet tiveram acesso a imagens ou vídeos de conteúdo sexual, e 9% receberam solicitações de fotos íntimas ou passaram por conversas de conotação sexual. Tendo isso em vista, é imprescindível combater tal promiscuidade para com simples crianças, as quais não são capazes de distinguir certo e errado.
Portanto, diante dos fatos já mencionados, é necessária uma ação social para mitigá-los. Nesse âmbito, cabe à família - definida na sociologia como instituição social básica da qual todas as outras se desenvolvem - garantir a segurança da integridade física e moral das crianças, por meio da implementação de limites e restrições de uso, a fim de evitar futuros problemas de saúde e danos a pureza infantil.
Sob esse viés, é lícito destacar que, segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP), o vício gerado em prol aos meios digitais acarretam um sedentarismo generalizado que pode levar à obesidade infantil. Esse cenário pode ser visto na série norte-americana 'gay's anatomy', na qual em um dos seus episódios um garotinho é internado devido seu sobrepeso gerado pela falta da prática atividades físicas, substituídas pela televisão e vídeo-game. Dessa forma, faz-se necessária a reformulação da postura parental em relação ao tempo dedicado as telas e as práticas de atividades físicas como futebol, balé, natação, etc.
Além disso, é válido ressaltar que a escassez de restrições de uso das redes sociais podem causar maior acessibilidade de conteúdos impróprios para o público infantil e, até mesmo, à pedofilia. Um pesquisa feita em 2019 na rede social facebook, apontou que cerca de 47% das crianças que navegam na internet tiveram acesso a imagens ou vídeos de conteúdo sexual, e 9% receberam solicitações de fotos íntimas ou passaram por conversas de conotação sexual. Tendo isso em vista, é imprescindível combater tal promiscuidade para com simples crianças, as quais não são capazes de distinguir certo e errado.
Portanto, diante dos fatos já mencionados, é necessária uma ação social para mitigá-los. Nesse âmbito, cabe à família - definida na sociologia como instituição social básica da qual todas as outras se desenvolvem - garantir a segurança da integridade física e moral das crianças, por meio da implementação de limites e restrições de uso, a fim de evitar futuros problemas de saúde e danos a pureza infantil.