- 04 Jul 2023, 21:12
#118647
Após a Primeira Guerra Mundial, surgiu um modelo de vida baseado no consumismo que paltava a felicidade do indivíduo em relação ao que ele possuía. Paralelamente a isso, o estilo de música classificado como "funk ostentação", promove efeito semelhante na cosmovisão dos jovens das periferias, que por sua vez gera danos sócias e econômicos. Com isso, para que haja mitigação do problema é necessária à ação do meio cultural mostrando a realidade vivida pela sociedade marginalizada e mudanças na grade curricular estudantil brasileira.
Nesse contexto, a ação por meio de canais culturais( arte, música e outros) mostrando a realidade como é, torna-se ausente. Sob esse ponto de vista, segundo Michel Foucault, a linguagem é dotada de ideologia capaz de moldar o pensamento e comportamento dos indivíduos para que eles sigam o estilo de vida apresentado. Dessa forma, o fenômeno social "rolezinho" é consequência do discurso apresentado por intermédio do "funk ostentação" que tem sua pauta fundamentada em um estilo de vida luxuoso e consumista diferente da realidade das periferias. Esse estilo de vida afeta principalmente os jovens que almejam uma vida semelhante que esquecem de lutar por seus direitos e pelo preconceito sofrido.
Além disso, é ausente o ensino sobre finanças na grade curricular brasileira, essa falha educacional gera cidadãos consumistas que ficam presos ao sistema ditado pela cultura contemporânea. Sob essa ótica, segundo Theodor Adorno, a cultura possui um modelo capitalista que muda o estilo de vida da sociedade e gera indivíduos alienados. Esse fenômeno cultural, promove a falsa sensação de riqueza enquanto gera pessoas endividadas. A parcela mais afetada da sociedade é justamente os cidadãos das periferias que almejam o estilo apresentado pelos canais de comunicação, além de buscar a representação em artistas o que ocasiona em tumultos exacerbados.
Portanto, o Ministério da Cultura, órgão responsável por incentivar a busca pela identidade por meio da arte deve apresentar o modelo de vida real da periferia. Essa ação deve ser feita por meio da música, pois é um canal informativo e bem distribuído pela cultura nacional. Isso será feito a fim de gerar mudança no modo de pensar e impulsionar mudanças sociais através de manifestações. Ademais o Ministério da Educação, deve acrescentar o ensino de finanças na grade curricular estudantil brasileira, afim de gerar cidadãos menos alienados gerando progresso no país.
Nesse contexto, a ação por meio de canais culturais( arte, música e outros) mostrando a realidade como é, torna-se ausente. Sob esse ponto de vista, segundo Michel Foucault, a linguagem é dotada de ideologia capaz de moldar o pensamento e comportamento dos indivíduos para que eles sigam o estilo de vida apresentado. Dessa forma, o fenômeno social "rolezinho" é consequência do discurso apresentado por intermédio do "funk ostentação" que tem sua pauta fundamentada em um estilo de vida luxuoso e consumista diferente da realidade das periferias. Esse estilo de vida afeta principalmente os jovens que almejam uma vida semelhante que esquecem de lutar por seus direitos e pelo preconceito sofrido.
Além disso, é ausente o ensino sobre finanças na grade curricular brasileira, essa falha educacional gera cidadãos consumistas que ficam presos ao sistema ditado pela cultura contemporânea. Sob essa ótica, segundo Theodor Adorno, a cultura possui um modelo capitalista que muda o estilo de vida da sociedade e gera indivíduos alienados. Esse fenômeno cultural, promove a falsa sensação de riqueza enquanto gera pessoas endividadas. A parcela mais afetada da sociedade é justamente os cidadãos das periferias que almejam o estilo apresentado pelos canais de comunicação, além de buscar a representação em artistas o que ocasiona em tumultos exacerbados.
Portanto, o Ministério da Cultura, órgão responsável por incentivar a busca pela identidade por meio da arte deve apresentar o modelo de vida real da periferia. Essa ação deve ser feita por meio da música, pois é um canal informativo e bem distribuído pela cultura nacional. Isso será feito a fim de gerar mudança no modo de pensar e impulsionar mudanças sociais através de manifestações. Ademais o Ministério da Educação, deve acrescentar o ensino de finanças na grade curricular estudantil brasileira, afim de gerar cidadãos menos alienados gerando progresso no país.