- 10 Jul 2023, 19:01
#118903
A produção cinematográfica "Um senhor estagiário" conta a história de um idoso que sofre preconceito no ambiente de trabalho por pessoas que o acham incapaz. Embora ficcional, pode-se fazer um paralelo entre a obra audiovisual e a realidade brasileira, visto que, os idosos enfrentam diversos tipos de violência no dia a dia. Entretanto, tal quadro pode ser amenizado se certas estratégias forem tomadas. Nessa perspectiva, urge a necessidade de analisar a lacuna legislativa e lenta mudança da mentalidade social como causas desse pernicioso obstáculo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação sejam um fator preponderante para a ocorrência dessa problemática. Segundo Thomas Jefferson, a aplicação das leis é muito mais importante que a sua elaboração. De maneira análoga, é possível perceber que no país, a violência contra a pessoa idosa rompe com essa ideia, haja vista que, embora leis de proteção ao idoso tenham sido um grande progresso, há brechas que possibilitam a ocorrência de crimes que ferem a honra dos anciãos, como o abuso psicológico. Desse modo, evidencia-se a importância do reforço das práticas de regulamentação como forma de combate a essa entrave.
Outrossim, é válido salientar que o preconceito potencializa essa conjuntura. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de pensamentos e ações, dotadas de coercitividade. Seguindo tal pensamento, observa-se que o etarismo pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, a sociedade brasileira tende a permear esse comportamento nocivo. Assim, o fortalecimento do pensamento da exclusão dos idosos, transmitido de geração a geração, agrava esse tipo de violência no país.
Dessarte, é fundamental que o Estado, quanto instância máxima dos aspectos legislativos do país, promova a ampliação dos debates a respeito do assunto, por meio de eventos e palestras com especialistas que possam responder todas as dúvidas, a fim de minimizar a violência contra a pessoa idosa no Brasil. Dessa maneira, será construído um futuro inclusivo, diferente do descrito em "Um senhor estagiário".
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação sejam um fator preponderante para a ocorrência dessa problemática. Segundo Thomas Jefferson, a aplicação das leis é muito mais importante que a sua elaboração. De maneira análoga, é possível perceber que no país, a violência contra a pessoa idosa rompe com essa ideia, haja vista que, embora leis de proteção ao idoso tenham sido um grande progresso, há brechas que possibilitam a ocorrência de crimes que ferem a honra dos anciãos, como o abuso psicológico. Desse modo, evidencia-se a importância do reforço das práticas de regulamentação como forma de combate a essa entrave.
Outrossim, é válido salientar que o preconceito potencializa essa conjuntura. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de pensamentos e ações, dotadas de coercitividade. Seguindo tal pensamento, observa-se que o etarismo pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, a sociedade brasileira tende a permear esse comportamento nocivo. Assim, o fortalecimento do pensamento da exclusão dos idosos, transmitido de geração a geração, agrava esse tipo de violência no país.
Dessarte, é fundamental que o Estado, quanto instância máxima dos aspectos legislativos do país, promova a ampliação dos debates a respeito do assunto, por meio de eventos e palestras com especialistas que possam responder todas as dúvidas, a fim de minimizar a violência contra a pessoa idosa no Brasil. Dessa maneira, será construído um futuro inclusivo, diferente do descrito em "Um senhor estagiário".