- 12 Jul 2023, 19:00
#119009
Nise: O coração da loucura, é um filme baseado em fatos e que retrata um pouco da história da psiquiatra, Nise da Silveira, revolucionária, pioneira da terapia ocupacional e tratamentos humanizados de doenças psiquiátricas. O filme narra a forma de tratamento imposta a Nise que sendo mulher era constantemente julgada por praticar a psiquiatria de uma forma menos bruta e mais humana, fugindo dos padrões da época e tornando a terapia uma forma de tratamento comum. A história de Nise mostra detalhadamente a sociedade machista e patriarcal que não acreditava no poder de uma mulher fazer parte da medicina ou até mesmo de participar dos mesmos assuntos que homens.
Muitas mulheres colaboraram com a mudança de perspectiva sobre atuantes de sexo feminino no âmbito da saúde, apesar dos grandes feitos para o bem-estar da sociedade, quando se trata da saúde, a mulher ainda é vista como incapacitada da prática de tais trabalhos e em tal ambiente por assim sendo conhecida como um sexo frágil e de menos habilidade. Como diz Heráclito, nada é permanente exceto a mudança, o sistema do patriarcado ainda sofrera grandes alterações dessa maneira mudando também a configuração da mulher dentro das novas descobertas e sua aplicação tanto na medicina quanto em outras áreas. A saúde pública pode ser cada vez mais ampliada com a perspectiva feminina e com a igualdade não sendo alheia a gêneros , da mesma forma que homens criam um patrimônio a mulher pode fazer também.
Conforme é dito na música Rosenrot da banda alemã, Rammstei, "poços profundos precisam ser cavados se você quiser água limpa", ainda se tem que se trabalhar muito a questão do espaço que a mulher pode exercer no âmbito da saúde , mas com apoio e ações do governo ou com a utilização dos meios de comunicação fica fácil passar a mensagem de que a mulher deve fazer aquilo que pode para ajudar a sociedade tanto o quanto homens fazem,exaurindo o patriarcado pouco a pouco das raízes da sociedade.
Muitas mulheres colaboraram com a mudança de perspectiva sobre atuantes de sexo feminino no âmbito da saúde, apesar dos grandes feitos para o bem-estar da sociedade, quando se trata da saúde, a mulher ainda é vista como incapacitada da prática de tais trabalhos e em tal ambiente por assim sendo conhecida como um sexo frágil e de menos habilidade. Como diz Heráclito, nada é permanente exceto a mudança, o sistema do patriarcado ainda sofrera grandes alterações dessa maneira mudando também a configuração da mulher dentro das novas descobertas e sua aplicação tanto na medicina quanto em outras áreas. A saúde pública pode ser cada vez mais ampliada com a perspectiva feminina e com a igualdade não sendo alheia a gêneros , da mesma forma que homens criam um patrimônio a mulher pode fazer também.
Conforme é dito na música Rosenrot da banda alemã, Rammstei, "poços profundos precisam ser cavados se você quiser água limpa", ainda se tem que se trabalhar muito a questão do espaço que a mulher pode exercer no âmbito da saúde , mas com apoio e ações do governo ou com a utilização dos meios de comunicação fica fácil passar a mensagem de que a mulher deve fazer aquilo que pode para ajudar a sociedade tanto o quanto homens fazem,exaurindo o patriarcado pouco a pouco das raízes da sociedade.