- 14 Jul 2023, 14:25
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Neurocientista e pesquisadora brasileira, Suzana Herculano foi a primeira pessoa a contar a quantidade de neurônios que existem no cérebro humano, descoberta esta que trouxe um avanço enorme para o conhecimento nas áreas da saúde e ciência. De maneira análoga, descobertas acadêmicas por mulheres ocorrem com recorrência, mas nem sempre têm o devido reconhecimento, fator esse que, muitas vezes, desestimula o grupo feminino a participar de pesquisas, o que é um problema. Sob esse viés, faz-se necessário rever problemáticas como a falta da participação feminina em pesquisas e a importância de dar-lhes o devido valor.
No Brasil, cerca de 30% de mulheres compõem o mundo acadêmico, segundo dados da UNESCO. Esse fato torna-se uma problemática quando, como mostra a BBC, o percentual feminino em universidades, superando o masculino, não segue a proporcionalidade relativa à mulheres compondo o universo acadêmico que, seguindo essa lógica, também deveria ser superar a quantidade de homens. Como consequência, ideias ultrapassadas que superiorizem a inteligência do homem em relação a da mulher difundem-se na sociedade brasileira. Assim, é necessário trazer politicas públicas que facilitem a presença feminina em pesquisas científicas e diminuam essas ideias retrógradas.
Ademais, é precário o fato que que, como mostra a BBC, dos ganhadores do Prêmio Nobel em ciências, apenas 6% são mulheres. Essa problemática mostra a necessidade de melhora que ainda há de ser feita nesse quesito - notoriamente representado por Suzana - que, se não revista pelos sistemas de ensino, levarão novamente a retrógrada visão supremacista masculina que o governo brasileiro deve buscar combater.
Assim, a participação do Governo Federal como agente facilitador da entrada de mais mulheres em universidade, promovendo bolsas de estudo e cotas em parceria com a própria unversidade, buscar trazer cada vez mais a população feminina para o universo acadêmico. Isso deve ser realizado por meio de leis que punirão instituições de ensino que não completarem a devida quantidade de mulheres necessárias, tornando o exemplo de Suzana um fator motivador para todas as mulheres do Brasil.
No Brasil, cerca de 30% de mulheres compõem o mundo acadêmico, segundo dados da UNESCO. Esse fato torna-se uma problemática quando, como mostra a BBC, o percentual feminino em universidades, superando o masculino, não segue a proporcionalidade relativa à mulheres compondo o universo acadêmico que, seguindo essa lógica, também deveria ser superar a quantidade de homens. Como consequência, ideias ultrapassadas que superiorizem a inteligência do homem em relação a da mulher difundem-se na sociedade brasileira. Assim, é necessário trazer politicas públicas que facilitem a presença feminina em pesquisas científicas e diminuam essas ideias retrógradas.
Ademais, é precário o fato que que, como mostra a BBC, dos ganhadores do Prêmio Nobel em ciências, apenas 6% são mulheres. Essa problemática mostra a necessidade de melhora que ainda há de ser feita nesse quesito - notoriamente representado por Suzana - que, se não revista pelos sistemas de ensino, levarão novamente a retrógrada visão supremacista masculina que o governo brasileiro deve buscar combater.
Assim, a participação do Governo Federal como agente facilitador da entrada de mais mulheres em universidade, promovendo bolsas de estudo e cotas em parceria com a própria unversidade, buscar trazer cada vez mais a população feminina para o universo acadêmico. Isso deve ser realizado por meio de leis que punirão instituições de ensino que não completarem a devida quantidade de mulheres necessárias, tornando o exemplo de Suzana um fator motivador para todas as mulheres do Brasil.