- 02 Ago 2023, 10:47
#120195
"Brasil, o país do futuro", assim descreveu a nação verde e amarela o filósofo austríaco Stefan Zweig. Entretanto, observando as repressoes e o preconceito com que os movimentos migratórios sofrem no Brasil, fica claro que, esse título não se sustenta no quesito humanidade. Isso ocorre devido às políticas extremistas do país que negam ajuda a esses povos e o estigma relacionado a esses movimentos pela população comum.
A princípio, é imprescindível analisar como o governo possui leis rígidas em relação a essas imigrações. Segundo o filósofo Thomas Hobbes em sua teoria contratualista, cada indivíduo renúncia parte de sua liberdade e delega ao Estado a responsabilidade de gestão a fim de garantir o equilíbrio social. Percebe-se assim, que, mesmo não sendo um cidadão brasileiro, é responsabilidade do governo prover toda a ajuda necessária a cada imigrante. Todavia, hoje, o Brasil possui politicas extremistas que reprimem os imigrantes que tentam entrar no país, expulsam parte dos que conseguem e impedem a realização sucedida dos movimentos migratórios, deixando milhares clamando por misericórdia.
Ademais, é notório analisar como o estigma relacionado aos movimentos migratórios é presente no Brasil. Zygmunt Bauman, em sua renomada obra, "Modernidade líquida", propõe a ideia de cegueira moral, onde na atualidade, a indiferença ao próximo é habitual. Observa-se portanto, uma grande apátia e preconceito da população brasileira sobre esses movimentos, acreditando em mentiras, como as de que imigrantes, roubaram seus empregos e que corromperam a cultura do país, reforçando uma infeliz xenofobia e consequentemente levando a desumanização desses indivíduos.
Sendo assim, urge a necessidade de soluções que resolvam essa problemática. Cabe então ao Ministério da Educação a criação de um projeto educacional que vise a mudança de perspectiva sobre esses movimentos entre os mais jovens. Isso pode ser feito, por meio da intensificação de debates nas escolas sobre o tema, onde os professores incentivaram nos alunos, o pensamento crítico e o desenvolvimento de empatia a respeito dessa adversidade. Deste modo, o povo brasileiro caminhará para que a "cegueira moral" de Bauman, seja reduzida.
A princípio, é imprescindível analisar como o governo possui leis rígidas em relação a essas imigrações. Segundo o filósofo Thomas Hobbes em sua teoria contratualista, cada indivíduo renúncia parte de sua liberdade e delega ao Estado a responsabilidade de gestão a fim de garantir o equilíbrio social. Percebe-se assim, que, mesmo não sendo um cidadão brasileiro, é responsabilidade do governo prover toda a ajuda necessária a cada imigrante. Todavia, hoje, o Brasil possui politicas extremistas que reprimem os imigrantes que tentam entrar no país, expulsam parte dos que conseguem e impedem a realização sucedida dos movimentos migratórios, deixando milhares clamando por misericórdia.
Ademais, é notório analisar como o estigma relacionado aos movimentos migratórios é presente no Brasil. Zygmunt Bauman, em sua renomada obra, "Modernidade líquida", propõe a ideia de cegueira moral, onde na atualidade, a indiferença ao próximo é habitual. Observa-se portanto, uma grande apátia e preconceito da população brasileira sobre esses movimentos, acreditando em mentiras, como as de que imigrantes, roubaram seus empregos e que corromperam a cultura do país, reforçando uma infeliz xenofobia e consequentemente levando a desumanização desses indivíduos.
Sendo assim, urge a necessidade de soluções que resolvam essa problemática. Cabe então ao Ministério da Educação a criação de um projeto educacional que vise a mudança de perspectiva sobre esses movimentos entre os mais jovens. Isso pode ser feito, por meio da intensificação de debates nas escolas sobre o tema, onde os professores incentivaram nos alunos, o pensamento crítico e o desenvolvimento de empatia a respeito dessa adversidade. Deste modo, o povo brasileiro caminhará para que a "cegueira moral" de Bauman, seja reduzida.