- 06 Ago 2023, 14:00
#120319
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, assegura os direitos e o bem-estar de todos os brasileiros. Embora, tais garantias não tem se repercutido com ênfase, na prática quando se observa a persistência da crise hídrica e a má gestão dos recursos naturais, que torna o acesso à água, a alimentação e a higiene básica precário. E colabora para a crise econômica, gerando desemprego desde a agricultura até a pecuária. Diante dessa ótica, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para o grande desperdício de água causado na pecuária e na agricultura, visto que, os rebanhos e lavouras são os maiores consumidores de água potável no Brasil. Nesse cenário, o historiador José Murilo de Carvalho, defende em seu livro “A Cidadania no Brasil: o longo caminho”, que para haver cidadania plena no Brasil, é essencial a coexistência dos direitos sociais, políticos e civis. Porém, ver-se, quando o consumo de água potável é escasso para o cidadão e abundante para um produto, o pilar social não é efetivado, e a cidadania não é alcançada na sociedade.
Ademais, é fundamental apontar o consumismo extremo por parte de toda a população, como impulsionador da poluição que agrava a precária gestão dos recursos naturais. Também é válido lembrar a responsabilidade de todos quanto ao desperdício de água, que ocorre no dia a dia através de práticas simples como lavar a calçada ou o carro, tomar banhos longos e lavar roupa, e tudo sem reutilizar a mesma água. Fazendo assim com que haja diminuição nos reservatórios de água, já tão precários por conta da falta de chuvas causadas pelo desmatamento e aquecimento global. Ambos responsabilidade nossa. Diante disso, é notório que essa realidade se deve à inoperância estatal e à alienação social. Logo, é intolerável que esse cenário continue a durar.
Portanto, urge a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o Governo Federal, com o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária, a partir de medidas governamentais deve limitar o consumo de água nas grandes empresas, através de inspeção de rotina. Ainda, as escolas devem promover por meio de campanhas de conscientização para os alunos e responsáveis, informações sobre o consumo de água conciente. Assim, será possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para o grande desperdício de água causado na pecuária e na agricultura, visto que, os rebanhos e lavouras são os maiores consumidores de água potável no Brasil. Nesse cenário, o historiador José Murilo de Carvalho, defende em seu livro “A Cidadania no Brasil: o longo caminho”, que para haver cidadania plena no Brasil, é essencial a coexistência dos direitos sociais, políticos e civis. Porém, ver-se, quando o consumo de água potável é escasso para o cidadão e abundante para um produto, o pilar social não é efetivado, e a cidadania não é alcançada na sociedade.
Ademais, é fundamental apontar o consumismo extremo por parte de toda a população, como impulsionador da poluição que agrava a precária gestão dos recursos naturais. Também é válido lembrar a responsabilidade de todos quanto ao desperdício de água, que ocorre no dia a dia através de práticas simples como lavar a calçada ou o carro, tomar banhos longos e lavar roupa, e tudo sem reutilizar a mesma água. Fazendo assim com que haja diminuição nos reservatórios de água, já tão precários por conta da falta de chuvas causadas pelo desmatamento e aquecimento global. Ambos responsabilidade nossa. Diante disso, é notório que essa realidade se deve à inoperância estatal e à alienação social. Logo, é intolerável que esse cenário continue a durar.
Portanto, urge a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o Governo Federal, com o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária, a partir de medidas governamentais deve limitar o consumo de água nas grandes empresas, através de inspeção de rotina. Ainda, as escolas devem promover por meio de campanhas de conscientização para os alunos e responsáveis, informações sobre o consumo de água conciente. Assim, será possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.