- 17 Ago 2023, 23:23
#120797
No livro "A Cidade do Sol", o escritor Tommaso Campanella constrói um ambiente perfeito, no qual a cultura é pilar crucial para a prosperidade da nação. Fora da obra, é fato que a falta de acesso à cultura no Brasil impede a concretização dos planos de Campanella, já que representa um desafio para a sociedade brasileira. A partir dessa ótica, o entrave é intensificado pela desigualdade social e impede o desenvolvimento do senso crítico populacional.
Diante desse cenário, é válido notar que a desigualdade social potencializa a problemática. Sob esse viés, segundo o sociólogo brasileiro, Hebert José de Souza, um país só muda pela sua cultura. Desse modo, o acesso à cultura é dificultado pelo alto preço dos projetos culturais, o que concentra esse direito a um grupo limitado de pessoas. Seguindo a ideia do sociólogo, essa concentração provoca a continuidade das desigualdades, uma vez que inibe a mudança da pátria.
Ademais, a estagnação do senso crítico populacional é outro desafio enfrentado. Nesse sentido, ainda no século XIX, surgiu na Europa as conhecidas "Charges", que demonstravam a insatisfação da sociedade. Sob essa ótica, nota-se que a cultura é agente essencial na representação crítica do corpo social, e sua ausência impede o conhecimento e o exercício dos direitos humanos, silenciando os cidadãos.
Portanto, urge que providências sejam tomadas na solução do panorama crítico. Para isso, cabe ao Estado, em parceria ao Ministério da Cultura a promoção de exposições culturais, que serão gratuitas e abertas ao público. Essas exposições permitirão o contato da sociedade com peças de teatro, pinturas e contação de histórias, assim, fazendo cumprir o direito ao acesso à cultura. Isso ampliará o conhecimento social, e proporcionará o desenvolvimento do senso crítico. Dessa forma, poder-se-á objetivar os planos de Campanella no Brasil.
Diante desse cenário, é válido notar que a desigualdade social potencializa a problemática. Sob esse viés, segundo o sociólogo brasileiro, Hebert José de Souza, um país só muda pela sua cultura. Desse modo, o acesso à cultura é dificultado pelo alto preço dos projetos culturais, o que concentra esse direito a um grupo limitado de pessoas. Seguindo a ideia do sociólogo, essa concentração provoca a continuidade das desigualdades, uma vez que inibe a mudança da pátria.
Ademais, a estagnação do senso crítico populacional é outro desafio enfrentado. Nesse sentido, ainda no século XIX, surgiu na Europa as conhecidas "Charges", que demonstravam a insatisfação da sociedade. Sob essa ótica, nota-se que a cultura é agente essencial na representação crítica do corpo social, e sua ausência impede o conhecimento e o exercício dos direitos humanos, silenciando os cidadãos.
Portanto, urge que providências sejam tomadas na solução do panorama crítico. Para isso, cabe ao Estado, em parceria ao Ministério da Cultura a promoção de exposições culturais, que serão gratuitas e abertas ao público. Essas exposições permitirão o contato da sociedade com peças de teatro, pinturas e contação de histórias, assim, fazendo cumprir o direito ao acesso à cultura. Isso ampliará o conhecimento social, e proporcionará o desenvolvimento do senso crítico. Dessa forma, poder-se-á objetivar os planos de Campanella no Brasil.