- 28 Ago 2023, 15:53
#121278
A globalização trouxe consigo o avanço tecnológico, transformando consideravelmente a forma de vida e as relações sociais. Entretanto, a utilização demasiada de redes sociais, sites e aplicativos podem causar danos à saúde das pessoas, como retratado no documentário “O Dilema das Redes”. Nesse sentido, observa-se o surgimento de um problema que tem como consequências a dependência tecnológica e a exposição precoce de crianças a essas ferramentas.
Nessa perspectiva, pode-se constar que a dependência causada pelo uso de dispositivos eletrônicos é um desafio presente. Segundo estudo realizado pela Universidade La Salle, nos EUA, o medo irracional de ficar incomunicável sem o uso de aparelhos digitais (nomofobia) já atinge 50 milhões de pessoas no mundo. Apesar das facilidades proporcionadas, nota-se uma deterioração nas interações sociais, à medida que os indivíduos se detêm em seus dispositivos.
Além disso, a normalização do uso de tecnologias por crianças intensifica a gravidade do problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o uso de telas na infância deve ser restrito. No entanto, diante da atual dinâmica familiar, os pais passam a expor os filhos cada vez mais cedo a essas ferramentas como mecanismo de distração, resultando em diversos danos à saúde como ansiedade, depressão, limitação de desenvolvimento sensorial e motor. Assim, medidas devem ser desenvolvidas para que as tecnologias sejam aliadas ao desenvolvimento infantil.
Portanto, é imprescindível atuar sobre esse problema de modo amplo e eficiente. Para isso, o Poder Público deve implementar políticas públicas inclusivas de cunho educacional, realizando campanhas e palestras a fim de conscientizar a sociedade sobre os riscos. Tais ações podem, ainda, contar com investimentos em infraestrutura de parques e praças públicas com incentivos ao esporte e ao lazer, propiciando melhoria na qualidade de vida de crianças e adultos. Dessa forma, torna-se possível usufruir dos benefícios do avanço tecnológico por meio do envolvimento ativo e consciente da sociedade e manter o equilíbrio saudável entre a vida digital e as interações sociais no mundo real.
Nessa perspectiva, pode-se constar que a dependência causada pelo uso de dispositivos eletrônicos é um desafio presente. Segundo estudo realizado pela Universidade La Salle, nos EUA, o medo irracional de ficar incomunicável sem o uso de aparelhos digitais (nomofobia) já atinge 50 milhões de pessoas no mundo. Apesar das facilidades proporcionadas, nota-se uma deterioração nas interações sociais, à medida que os indivíduos se detêm em seus dispositivos.
Além disso, a normalização do uso de tecnologias por crianças intensifica a gravidade do problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o uso de telas na infância deve ser restrito. No entanto, diante da atual dinâmica familiar, os pais passam a expor os filhos cada vez mais cedo a essas ferramentas como mecanismo de distração, resultando em diversos danos à saúde como ansiedade, depressão, limitação de desenvolvimento sensorial e motor. Assim, medidas devem ser desenvolvidas para que as tecnologias sejam aliadas ao desenvolvimento infantil.
Portanto, é imprescindível atuar sobre esse problema de modo amplo e eficiente. Para isso, o Poder Público deve implementar políticas públicas inclusivas de cunho educacional, realizando campanhas e palestras a fim de conscientizar a sociedade sobre os riscos. Tais ações podem, ainda, contar com investimentos em infraestrutura de parques e praças públicas com incentivos ao esporte e ao lazer, propiciando melhoria na qualidade de vida de crianças e adultos. Dessa forma, torna-se possível usufruir dos benefícios do avanço tecnológico por meio do envolvimento ativo e consciente da sociedade e manter o equilíbrio saudável entre a vida digital e as interações sociais no mundo real.