Por emyembia
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#121318
Na Coreia do Sul apenas médicos podem ser tatuadores, isso se deve ao fator cidadania, que consiste no conjunto de direitos e deveres do cidadão de uma determinada região e tendo a participação social como principal forma de garantir o cumprimento dos mesmos. Neste prisma destacam-se dois aspectos importantes: a conscientização da população em relação a existência da necessidade de cumprimento do estatuto da cidadania e o incentivo à participação social para a evolução da sociedade civil.
Em primeira análise, evidencia-se a demanda de uma conscientização popular em relação aos seus direitos e deveres. De modo que todos possam fazer parte de sociedade civilizada, pois, como afirma Euclides da Cunha em “Os Sertões”: “Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos.”. Consoante a isso destaca-se a necessidade de assegurar que todos tenham conhecimento que ao fazer parte de uma sociedade é preciso cumprir com os seus deveres e defender o cumprimento de seus direitos.
Além disso, é notório que a melhor forma de garantir que a sociedade percorra um caminho rumo à evolução civil é por meio da participação popular. Sob essa ótica a análise dos dados eleitorais de 2022, ao concluir que mais de 31 milhões de brasileiros abdicaram do seu direito de votar, um aumento de 0,6 ponto percentual desde 2018, denuncia a falta de participação social nas tomadas de decisões que afetam diretamente o rumo político dessa sociedade e quando um cidadão deixa de cumprir seus deveres ou exercer seus direitos acabam por ser coniventes com a prejudicial estagnação social, pois como afirmou Tancredo Neves “A cidadania não é atitude passiva, mas ação permanente, em favor da comunidade”.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham assentir a cidadania e a participação social. Dessa maneira, cabe ao Superministério da Cidadania em conjunto com os veículos midiáticos, promover campanhas de conscientização e incentivo a população para a participação efetiva nas decisões governamentais, informando as pessoas sobre o funcionamento de iniciativas como o Conselho de Participação Social, as consultas publicas, as audiências publicas, o orçamento participativo, entre outras formas de contribuir. Para que assim a cidadania possa ser exercida em sua plenitude.
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