- 30 Ago 2023, 22:05
#121359
A física e química Marie Curie, nascida em 1867, uma época marcada pela ausência de reconhecimento e empoderamento feminino. Entretanto, a sociedade contemporânea condiz com o rebaixamento das habilidades das mulheres e com a falta de incentivos recebidos ao longo dos séculos. Sob essa ótica, o descaso governamental e a falta de discussão sobre o avanço das mulheres na ciência fica evidente.
Em primeiro lugar, é essencial pontuar o setor governamental como promotor do problema, quem deveria criar mecanismos que cobram tais recorrências. De maneira análoga, a sociedade concluiu que as mulheres possuem a mesma capacidade que os homens para lidar com profissões arriscadas. Entretanto, essa reflexão não condiz com a realidade do país, visto que embora no século XXI, ainda existe desigualdade salarial para ambos os gêneros atuando no mesmo cargo. Segundo dados do IBGE, a diferença de remuneração que vinha em tendência de queda até 2020, voltou a subir no país e atingiu 22% no fim de 2022. Dessa forma, significando que uma brasileira recebe em média, 78% do que ganha um homem.
Outrossim, é essencial ressaltar que os avanços promovidos pelas mulheres nos campos da genética, fisiologia e farmacologia foram imprescindíveis para um maior entendimento sobre o corpo humano. Segundo Aristóteles, "uma vez igualada ao homem, a mulher torna-se seu superior". Entretanto, sempre proliferou o pensamento preconceituoso de que mulheres são inferiores, e que, só por serem mulheres, não poderiam ser advogadas ou juízas, sendo rotuladas como "sensíveis" para tal. Em suma, medidas são imperiosas para a resolução da problemática.
Sob essa análise, o poder legislativo — órgão responsável pela elaboração de leis — deve em conjunto com o Ministério da Saúde, criar normas que estabeleçam obrigatoriedade dos salários equivalentes para homens e mulheres, e promover campanhas para as mulheres ingressarem em campos desconhecidos. Assim, áreas que apenas algumas corajosas exploraram por rótulos e preconceitos de uma sociedade machista, com investimento em palestras e pesquisas, a médio e a longo prazo, o impacto nocivo do problema e o corpo social estará perto de alcançar a utopia. Somente assim, o Brasil se tornará um país menos misógino.
Em primeiro lugar, é essencial pontuar o setor governamental como promotor do problema, quem deveria criar mecanismos que cobram tais recorrências. De maneira análoga, a sociedade concluiu que as mulheres possuem a mesma capacidade que os homens para lidar com profissões arriscadas. Entretanto, essa reflexão não condiz com a realidade do país, visto que embora no século XXI, ainda existe desigualdade salarial para ambos os gêneros atuando no mesmo cargo. Segundo dados do IBGE, a diferença de remuneração que vinha em tendência de queda até 2020, voltou a subir no país e atingiu 22% no fim de 2022. Dessa forma, significando que uma brasileira recebe em média, 78% do que ganha um homem.
Outrossim, é essencial ressaltar que os avanços promovidos pelas mulheres nos campos da genética, fisiologia e farmacologia foram imprescindíveis para um maior entendimento sobre o corpo humano. Segundo Aristóteles, "uma vez igualada ao homem, a mulher torna-se seu superior". Entretanto, sempre proliferou o pensamento preconceituoso de que mulheres são inferiores, e que, só por serem mulheres, não poderiam ser advogadas ou juízas, sendo rotuladas como "sensíveis" para tal. Em suma, medidas são imperiosas para a resolução da problemática.
Sob essa análise, o poder legislativo — órgão responsável pela elaboração de leis — deve em conjunto com o Ministério da Saúde, criar normas que estabeleçam obrigatoriedade dos salários equivalentes para homens e mulheres, e promover campanhas para as mulheres ingressarem em campos desconhecidos. Assim, áreas que apenas algumas corajosas exploraram por rótulos e preconceitos de uma sociedade machista, com investimento em palestras e pesquisas, a médio e a longo prazo, o impacto nocivo do problema e o corpo social estará perto de alcançar a utopia. Somente assim, o Brasil se tornará um país menos misógino.