- 23 Out 2023, 09:54
#123256
De acordo com a filósofa Hannah Arendt, "a essência dos Direitos Humanos é o direito à ter direitos. Entretanto, quando se observa a violência contra os idosos, vê-se, que há a falta de políticas públicas e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Assim, urge analisar a negligência governamental e o silenciamento como os principais propulsores desse cenário hostil.
Nesse contexto, existe a omissão governamental que influi decisivamente no problema. Conforme o filósofo Barnett, o Estado é, devido à sua natureza, incapaz de obedecer as suas próprias leis, sendo ineficiente como legislador. Tal perspectiva, é verificada na falta de amparo que essa parcela da população enfrenta dia após dia, devido a falta de aplicação das leis do país, visto que, o governo não tem investido o suficiente para a qualidade de vida dos idosos. Desse modo, para que tais direitos sejam usufruídos, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.
Ademais, o silenciamento mostra-se um complexo dificultador. Nessa perspectiva, a Teoria da Ação Comunicativa de Habermas, defende que a linguagem é uma forma de ação. No entanto, há uma lacuna dessa ação quanto aos desafios enfrentados pelos idosos na sociedade, tendo em vista, que o tema não é amplamente debatido e fica restrito à colaboração de grupos específicos gerando um banco limitado. Nesse sentido, é indiscutível que se o problema persistir o progresso social não existirá.
Portanto, medidas públicas são necessárias para que tais obstáculos sejam superados. Sendo assim, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de Contas da União, direcione verba, que por intermédio do Ministério da Educação, será revertido em ações sociais nas escolas e faculdades, que visem passar prematuramente informações do quão importante que os idosos tenham acesso aos seus direitos e sejam respeitados pela sociedade, através de palestras com profissionais do meio estatal. Por fim, ressalta-se a importância de resolver o impasse no momento atual, pois, como defendeu Martin Luther King:"toda hora é hora de fazer o que é certo".
Nesse contexto, existe a omissão governamental que influi decisivamente no problema. Conforme o filósofo Barnett, o Estado é, devido à sua natureza, incapaz de obedecer as suas próprias leis, sendo ineficiente como legislador. Tal perspectiva, é verificada na falta de amparo que essa parcela da população enfrenta dia após dia, devido a falta de aplicação das leis do país, visto que, o governo não tem investido o suficiente para a qualidade de vida dos idosos. Desse modo, para que tais direitos sejam usufruídos, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.
Ademais, o silenciamento mostra-se um complexo dificultador. Nessa perspectiva, a Teoria da Ação Comunicativa de Habermas, defende que a linguagem é uma forma de ação. No entanto, há uma lacuna dessa ação quanto aos desafios enfrentados pelos idosos na sociedade, tendo em vista, que o tema não é amplamente debatido e fica restrito à colaboração de grupos específicos gerando um banco limitado. Nesse sentido, é indiscutível que se o problema persistir o progresso social não existirá.
Portanto, medidas públicas são necessárias para que tais obstáculos sejam superados. Sendo assim, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de Contas da União, direcione verba, que por intermédio do Ministério da Educação, será revertido em ações sociais nas escolas e faculdades, que visem passar prematuramente informações do quão importante que os idosos tenham acesso aos seus direitos e sejam respeitados pela sociedade, através de palestras com profissionais do meio estatal. Por fim, ressalta-se a importância de resolver o impasse no momento atual, pois, como defendeu Martin Luther King:"toda hora é hora de fazer o que é certo".