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Por luciana81739
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#124922
No livro "A banalidade do mal", Hannah Arendt, filósofa alemã, expõe que o pior é visto como algo corriqueiro e cotidiano. De maneira análoga à realidade, vê-se a habitual cotidianidade das formas de individualismo populacional pelo uso exagerado de mídias sociais, sobretudo, devido à influência midiática, muito presente na sociedade hodierna, e ao conhecimento limitado de informações, comumente nítido no dia a dia.
Em primeira análise, é evidente de fato, que a atuação de usuário nas redes sociais contribui para a criação do efeito bolha em meio ao espaço coletivo e social. Nessa perspectiva, segundo a Teoria do Determinismo, o homem é influenciado pelo meio em que vive. Sob essa ótica, uma vez que certo indivíduo inserido em um ambiente virtual o qual partilha de opiniões e discursos semelhantes torna-se alheio aos problemas externos e fora da bolha social o qual está inserido, nota-se o local de convivência como um fator que influencia diretamente as relações individuais mais reforçadas e restritas, como é possível observar em conteúdos de rotina do aplicativo "Instagram", o qual o engajamento gerado pela fama permite o surgimento de um ciclo inacessível à diversidade de preferências pessoais. Desse modo, infere-se o papel das mídias influenciadas pelo ambiente.
Além disso, a falta de informações e/ou escassez de conhecimentos amplos ocasionam a formação de esferas e grupos específicos em redes sociais. Nesse sentido, segundo Albert Einsten, filósofo alemão, "É mais fácil desintegrar um átomo do que o preconceito". Seguindo essa linha de pensamento, já que o comodismo gerado pela falta de informações acerca de diferentes perspectivas possibilita uma forma limitação tecnológica, observa-se a dificuldade das pessoas em ampliar um pensamento fora do egocentrismo enraizado pelo preconceito e em expressar abertura às peculiaridades além da bolha virtual própria, a exemplo da rede social "Tik Tok", onde a reprodução de conteúdos é alinhada somente aos interesses individuais dos usuários. Dessa forma, percebe-se o o efeito do uso demasiado de aplicativos midiáticos e da criação de espaços sem visões divergentes.
Assim, a influência por parte das mídias e o desconhecimento de informações são fatores que contribuem para o efeito bolha virtual. Dessa maneira, cabe à escola, como formadora do cidadão, reeducar usuários sobre a gestão de redes sociais. Para isso, por meio de aulas e projetos sociais tecnológicos em relação ao uso saudável das redes sociais na realidade moderna, a fim de não naturalizar uma problemática, conforme cita Arendt.
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