- 04 Nov 2023, 13:26
#124944
De acordo com a constituição federal de 1988, a lei suprema do ordenamento jurídico brasileiro, somos todos iguais perante a lei. No entanto, no contexto do etarismo: invisibilidade e o preconceito contro os idosos, esse princípio fundamental que vigora com a anuência da ONU e os direitos humanos, tornou-se uma mera formalidade constitucional. Isso representa uma incongruência difundida pela negligência estatal que sustenta não só o preconceito com os idosos, mas também a limitação de liberdade e visibilidade dos idosos. Desse modo, torna-se necessária a análise para romper essa negligência estatal, tanto no preconceito referente a idade, tanto na liberdade, garantindo a igualdade para as pessoas diante desse impasse.
Nesse contexto, é fulcral destacar, em primeiro plano, que o problema decorre por falhas governamentais e educacionais. Conforme estabelecido pelo estatuto do idoso, é vedado que qualquer idoso sofra negligência, discriminação ou violência. Além disso, é assegurado que tenham pleno acesso aos direitos sociais, civis e políticos garantidos pela legislação. A matéria publicada pelo g1 discorre sobre uma idosa que sofreu discriminação por estar cursando a faculdade provando que esses direitos não são garantidos perante a lei, sendo limitados de um ambiente onde possuem o direito de ir e vir.
Além disso, é imperativo ressaltar o filme Up altas aventuras, onde o personagem principal Carl é um idoso que não tem a sua opinião e as suas vontades validadas, outras pessoas decidem por ele. Essa normalização imposta pela sociedade da diminuição de importância da pessoa de acordo com a sua idade também é o que ocasiona esse aumento de preconceito juntamente com a falta de acessibilidade equitativa fazendo com que o idoso seja englobado somente em áreas como saúde, não sendo incluído em lazeres, trabalhos e os seus direitos sociais garantidos.
Diante dos argumentos apresentados, torna-se evidente a criação de alternativas para extinguir essa complicação. No que diz a respeito as negligências e as descriminações o governo por meio de seu poder deve criar campanhas de acolhimento para esses idosos onde eles possam receber os seus verdadeiros direitos, como lazer, livre acesso aos esportes desejados, mais visibilidade nas faculdades diminuindo assim o esteriótipo de idade criado. Vale destacar que as mídias podem usar seus meios de divulgação para a distribuição de informações referentes aos direitos que os idosos devem receber e aumentar a visibilidade sobre o assunto desse preconceito existente e decorrente em nossa sociedade. Assim por meio dessas medidas, o etarismo e a invisibilidade dos idosos será erradicada, fornecendo os verdadeiros direitos e a visibilidade que merecem.
Nesse contexto, é fulcral destacar, em primeiro plano, que o problema decorre por falhas governamentais e educacionais. Conforme estabelecido pelo estatuto do idoso, é vedado que qualquer idoso sofra negligência, discriminação ou violência. Além disso, é assegurado que tenham pleno acesso aos direitos sociais, civis e políticos garantidos pela legislação. A matéria publicada pelo g1 discorre sobre uma idosa que sofreu discriminação por estar cursando a faculdade provando que esses direitos não são garantidos perante a lei, sendo limitados de um ambiente onde possuem o direito de ir e vir.
Além disso, é imperativo ressaltar o filme Up altas aventuras, onde o personagem principal Carl é um idoso que não tem a sua opinião e as suas vontades validadas, outras pessoas decidem por ele. Essa normalização imposta pela sociedade da diminuição de importância da pessoa de acordo com a sua idade também é o que ocasiona esse aumento de preconceito juntamente com a falta de acessibilidade equitativa fazendo com que o idoso seja englobado somente em áreas como saúde, não sendo incluído em lazeres, trabalhos e os seus direitos sociais garantidos.
Diante dos argumentos apresentados, torna-se evidente a criação de alternativas para extinguir essa complicação. No que diz a respeito as negligências e as descriminações o governo por meio de seu poder deve criar campanhas de acolhimento para esses idosos onde eles possam receber os seus verdadeiros direitos, como lazer, livre acesso aos esportes desejados, mais visibilidade nas faculdades diminuindo assim o esteriótipo de idade criado. Vale destacar que as mídias podem usar seus meios de divulgação para a distribuição de informações referentes aos direitos que os idosos devem receber e aumentar a visibilidade sobre o assunto desse preconceito existente e decorrente em nossa sociedade. Assim por meio dessas medidas, o etarismo e a invisibilidade dos idosos será erradicada, fornecendo os verdadeiros direitos e a visibilidade que merecem.