- 11 Jul 2019, 22:54
#7894
Durante o Período Colonial do Brasil,em função da ideologia de soberania portuguesa,houve a tentativa de converter os índios ao catolicismo. Apesar dessa fase ter sido há centenas de anos,o Brasil,embora atualmente laico,segue sendo um país intolerante às crenças alheias,tanto pelo contexto histórico da formação de sua sociedade,quanto pela desatenção do governo frente a própria constituição.
No livro "Minha vida de menina",de Helena Morley,é possível observar o conflito direto entre as diferentes religiões que existiam no início do Brasil República. Na obra,é mostrada a figura de uma religião dominante,que,através do misticismo,instaurou o medo e a aversão às religiões diferentes. Assim,a família paterna de Helena,protestante,e os negros,de cultura africana,foram constantemente alvos de preconceito dos outros habitantes de Diamantina,que,assim como a maioria do Brasi,era fiel ao catolicismo. Dessa forma,foi criada uma intolerância religiosa que acabou sendo difundida pelas seguintes gerações.
Mesmo que essa ideologia da intolerância continue culturalmente,no âmbito legislativo foram tomadas medidas que buscam amenizar a situação. Por exemplo,no artigo 5° da Constituição de 1988,é estabelecida a liberdade de credo e de expressão religiosa. Entretanto,por mais que haja proteção legislativa,é comum ouvir piadas e ofensas sobre diversas religiões,que,apesar de parecerem inofensivas,muitas vezes intimidam o indivíduo de praticar as suas crenças,além de casos mais graves que envolvem ameaças e até mesmo a violência física. Ou seja,ainda que seja de suma importância disponibilizar esse direito para a população,de nada ele valerá caso o Governo não o assegure de fato.
Depreende-se,portanto,que as raízes da intolerância religiosa ainda perduram no Brasil. Logo,é necessário que as instituições de ensino,em parceria com a mídia e ONGs,realizem pesquisas,debates e campanhas publicitárias relativas ao tema,a fim de fomentar o pensamento crítico da sociedade. Além disso,o governo deve investigar casos de impunidade por meio de fiscalizações no cumprimento de leis e da abertura de mais canais de denúncia,com o intuito de garantir que sua constituição esteja sendo cumprida e os cidadãos possuam os mecanismos jurídicos necessários para serem protegidos. Dessa maneira,espera-se que o Brasil do século XXI possa doutrinar sua população para o uso da razão e da tolerância.
No livro "Minha vida de menina",de Helena Morley,é possível observar o conflito direto entre as diferentes religiões que existiam no início do Brasil República. Na obra,é mostrada a figura de uma religião dominante,que,através do misticismo,instaurou o medo e a aversão às religiões diferentes. Assim,a família paterna de Helena,protestante,e os negros,de cultura africana,foram constantemente alvos de preconceito dos outros habitantes de Diamantina,que,assim como a maioria do Brasi,era fiel ao catolicismo. Dessa forma,foi criada uma intolerância religiosa que acabou sendo difundida pelas seguintes gerações.
Mesmo que essa ideologia da intolerância continue culturalmente,no âmbito legislativo foram tomadas medidas que buscam amenizar a situação. Por exemplo,no artigo 5° da Constituição de 1988,é estabelecida a liberdade de credo e de expressão religiosa. Entretanto,por mais que haja proteção legislativa,é comum ouvir piadas e ofensas sobre diversas religiões,que,apesar de parecerem inofensivas,muitas vezes intimidam o indivíduo de praticar as suas crenças,além de casos mais graves que envolvem ameaças e até mesmo a violência física. Ou seja,ainda que seja de suma importância disponibilizar esse direito para a população,de nada ele valerá caso o Governo não o assegure de fato.
Depreende-se,portanto,que as raízes da intolerância religiosa ainda perduram no Brasil. Logo,é necessário que as instituições de ensino,em parceria com a mídia e ONGs,realizem pesquisas,debates e campanhas publicitárias relativas ao tema,a fim de fomentar o pensamento crítico da sociedade. Além disso,o governo deve investigar casos de impunidade por meio de fiscalizações no cumprimento de leis e da abertura de mais canais de denúncia,com o intuito de garantir que sua constituição esteja sendo cumprida e os cidadãos possuam os mecanismos jurídicos necessários para serem protegidos. Dessa maneira,espera-se que o Brasil do século XXI possa doutrinar sua população para o uso da razão e da tolerância.