- 09 Mar 2024, 22:28
#127786
A obra "utopia" do autor literário Thomas more retrata uma sociedade perfeita ausente de problemas sociais. Entretanto, essa não é uma característica que representa a sociedade contemporânea, justamente pelo fato do uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças não ser considerado algo de grande relevância para os indivíduos da população brasileira. Dentre as raízes desse problema, estão a falta de monitoramento dos pais que normalizam o uso e as redes que fiscalizam superficialmente os perfis.
Nesse aspecto, é de suma importância salientar que o uso indevido das redes pelas crianças está diretamente ligado aos pais. Segunda filosofa Hanna Arendt em seu conceito denominado "banalidade do mal", a sociedade cria pessoas incapazes de realizar julgamentos Morais, tornando-as alienadas à um dado empecilho social. Diante disso, torna-se possível identificar pais e mães expondo os próprios filhos em suas redes sociais, de forma que, os mesmos estão invisibilizando e romantizando o acesso precoce à internet. Tendo assim, uma banalidade do mal sofrida no corpo social brasileiro.
Ademais, os sites e aplicativos de comunicação pecam no que se refere à medidas para impedir o uso das tecnologias digitais pelas crianças. Isso porque grande parte delas menten a idade para poder acessar as redes sociais. Desse modo, fica claro que o sistema de verificação de idade das plataformas de comunicação é ineficaz, fazendo com que os usuários infantis estejam cada vez mais vulneráveis aos perigos presentes nas redes, tais como, cyber bullying, posição a conteúdos adultos e divulgação dos próprios endereços.
Portanto, torna-se de extrema urgência a mudança do cenário atual, que se dará através de melhores tecnologias para impedir que usuários de uma certa faixa etária consigam acessar as redes de comunicação. Essa tarefa será executada pelos sites e aplicativos de interação social, a fim de proteger as crianças dos perigos oferecidos pelas redes sociais. Cabe também aos responsáveis legais tomarem ciência da exposição dos próprios filhos impedir o uso precoce. Para que, então, a sociedade esteja um passo mais perto da obra More.
Nesse aspecto, é de suma importância salientar que o uso indevido das redes pelas crianças está diretamente ligado aos pais. Segunda filosofa Hanna Arendt em seu conceito denominado "banalidade do mal", a sociedade cria pessoas incapazes de realizar julgamentos Morais, tornando-as alienadas à um dado empecilho social. Diante disso, torna-se possível identificar pais e mães expondo os próprios filhos em suas redes sociais, de forma que, os mesmos estão invisibilizando e romantizando o acesso precoce à internet. Tendo assim, uma banalidade do mal sofrida no corpo social brasileiro.
Ademais, os sites e aplicativos de comunicação pecam no que se refere à medidas para impedir o uso das tecnologias digitais pelas crianças. Isso porque grande parte delas menten a idade para poder acessar as redes sociais. Desse modo, fica claro que o sistema de verificação de idade das plataformas de comunicação é ineficaz, fazendo com que os usuários infantis estejam cada vez mais vulneráveis aos perigos presentes nas redes, tais como, cyber bullying, posição a conteúdos adultos e divulgação dos próprios endereços.
Portanto, torna-se de extrema urgência a mudança do cenário atual, que se dará através de melhores tecnologias para impedir que usuários de uma certa faixa etária consigam acessar as redes de comunicação. Essa tarefa será executada pelos sites e aplicativos de interação social, a fim de proteger as crianças dos perigos oferecidos pelas redes sociais. Cabe também aos responsáveis legais tomarem ciência da exposição dos próprios filhos impedir o uso precoce. Para que, então, a sociedade esteja um passo mais perto da obra More.